Começam primárias democratas em Guam, base militar dos EUA
Colaboração para a Folha Online
As urnas de Guam, território norte-americano na Micronésia, no Pacífico, foram abertas às 21h (em Brasília), 10h de sábado no horário local, para que os eleitores votem em uma primária que não deve mudar o cenário da acirrada disputa democrata. A votação vai até às 7h (em Brasília), 20h no local.
Com apenas 4 delegados colocados em jogo, nenhum dos dois candidatos democratas, Hillary Clinton e Barack Obama, foi à ilha fazer campanha. Contudo, divulgaram inúmeros anúncios e propagandas nas principais estações de rádio e redes de televisão locais para convocar os democratas de Guam a participar dos "caucus" (votação direta em reunião partidária) previstos para 3 de maio.
Obama abriu uma escritório em Agana, capital do território de administração norte-americana desde 1898. Já o ex-presidente Bill Clinton, em campanha por sua mulher, Hillary, deu uma entrevista exclusiva a uma rádio local.
"Pela primeira vez Guam está no primeiro plano do cenário", comemorou Tony Charfauros, presidente do Partido Democrata de Guam, em entrevista à rede de televisão CNN.
Por enquanto, Obama conta com 1.734 delegados contra 1.597 de Hillary, segundo a rede de televisão norte-americana CNN. Nenhum dos dois está perto de conseguir os 2.025 delegados necessários para garantir a nomeação sem a ajuda dos superdelegados, os cerca de 800 líderes partidários e políticos eleitos que votam independentemente dos resultados das primárias. Guam conta com 5 superdelegados.
Segundo a Comissão Eleitoral de Guam, metade dos 48 mil eleitores registrados na ilha são democratas. A população total chega a 176 mil habitantes.
Ainda segundo estimativas do Partido Democrata local, cerca de 4000 pessoas participarão da votação. Nas primárias anteriores, em 2004, cerca de 1.500 pessoas compareceram às urnas.
Os eleitores de Guam não podem participar das eleições gerais de 4 de novembro porque a ilha de apenas 541 km² não é considerada um Estado.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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