Com 70% dos distritos apurados, Obama mantém vantagem em Guam
Colaboração para a Folha Online
O pré-candidato democrata à Casa Branca Barack Obama continua à frente das primárias em Guam, província norte-americana no Pacífico. Com 70% dos locais de votação já contabilizados, Obama lidera com 53% dos votos populares contra 47% de Hillary Clinton.
Mais de 3.000 eleitores foram esperados em "caucus" (votação direta em reunião partidária) com grande participação popular. O Partido Democrata ainda não divulgou o número total de eleitores que efetivamente participaram da votação.
Com apenas quatro delegados em jogo, nenhum dos dois candidatos foi pessoalmente à ilha para fazer campanha e a votação não deve alterar o cenário disputado da corrida pela nomeação democrata.
O demorado processo de contagem manual das cédulas começou logo após o encerramento da votação às 20h (7h em Brasília, o fuso horário tem uma diferença de 11 horas). As urnas dos cerca de 20 postos de votação foram levadas na mão até o prédio do Legislativo de Guam.
Longas filas de eleitores foram reportadas em escolas e centros comunitários, seguindo o cenário de outras primárias democratas que, diante da disputa acirrada, contam com participações recordes dos eleitores.
Os norte-americanos de Guam não podem votar nas eleições gerais de 4 de novembro porque a ilha não é considerada Estado.
Campanha
Embora não tenham ido pessoalmente a Guam, Hillary e Obama investiram em muitos anúncios para levar os democratas às urnas e não pouparam promessas para garantir apelo entre os moradores da base militar dos EUA.
Tanto Hillary quanto Obama prometeram melhores planos de saúde para os guamanianos. Obama disse em entrevista ao jornal local "Pacific Daily News" que apoiaria um novo exame do limite de gastos médicos de U$ 5,4 milhões (R$ 8,9 milhões) imposto ao território.
Obama lembrou ainda que ele passou tempo em Guam em uma parada durante sua viagem à África e contou aos eleitores que suas raízes havaianas o tornaram "especialmente sensível" às necessidades dos moradores da ilha.
O ex-presidente dos EUA Bill Clinton, em campanha por sua mulher, Hillary, disse a rádio local Kuam que ela trabalharia para acabar com o limite orçamentário do programa de seguro saúde governamental para os pobres.
A equipe de campanha da senadora afirmou que, se eleita presidente, ela irá nomear um conselheiro na Secretaria de Defesa para ajudar Guam a planejar a infra-estrutura para receber 8.000 membros da Marinha dos EUA e seus dependentes. O Pentágono tem planos de transferir as tropas de Okinawa (no sul do Japão) para Guam --base militar estratégica no Pacífico-- até 2014.
Com Associated Press e Efe
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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