Mundo
05/05/2008 - 00h57

Obama recupera terreno após romper com reverendo, segundo pesquisa

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da Efe, em Washington
da Folha Online

O aspirante democrata à Presidência Barack Obama recupera popularidade após romper publicamente com o pastor de sua igreja, o reverendo Jeremiah Wright, segundo uma pesquisa feita pública neste domingo (4).

A pesquisa, publicada pelo jornal "The New York Times" e pela rede de televisão CBS, aponta que Obama recebe o apoio de 50% dos eleitores democratas, contra 38% de sua rival nas primárias, Hillary Clinton.

Na quarta-feira passada, em plena controvérsia sobre o pastor, a mesma pesquisa indicava que a vantagem de Obama era de apenas oito pontos.

A pesquisa mostra que se as eleições presidenciais do dia 4 de novembro fossem hoje e Obama enfrentasse o candidato republicano, John McCain, o derrotaria por 51% a 40%.

Na semana passada, a enquete mostrava ambos empatados.

O reverendo Jeremiah Wright repetiu na segunda-feira em um comparecimento em Washington acusações de que o governo dos Estados Unidos divulgou com pleno conhecimento o vírus da aids entre a população negra.

As declarações de Wright representaram uma queda de Obama nas pesquisas de popularidade.

Obama e Hillary voltam a se enfrentar nesta terça-feira (6) nas prévias de Indiana e Carolina do Norte.

Obama vem de uma vitória, no sábado (3), entre os eleitores da base militar de Guam, no oceano Pacífico.

Por sua vez, Hillary ainda mostra força após a vitória na Pensilvânia --uma primária que, se vencida por Obama, poderia ter definido a disputa democrata para nomeação do candidato à Presidência.

As primárias de Indiana e da Carolina do Norte colocam em jogo 187 delegados no total. Atualmente, Obama está em vantagem em relação à Hillary quanto ao número de delegados comprometidos, superando 1.700, enquanto sua rival tem aproximadamente 1.600.

Comentários dos leitores
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 1 opinião
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Marcello Sokal (59) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (59) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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Denis Rossanez (5) 03/02/2009 13h35
Denis Rossanez (5) 03/02/2009 13h35
Como diz Alex Lima.
Com certeza o Bresil esta carente de homens como Barack Obama na política e parar de se importar com sua opnião, mas da população em geral e aplicar medidas realmente eficazes para melhorar o país.
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