Obama recupera terreno após romper com reverendo, segundo pesquisa
da Efe, em Washington
da Folha Online
O aspirante democrata à Presidência Barack Obama recupera popularidade após romper publicamente com o pastor de sua igreja, o reverendo Jeremiah Wright, segundo uma pesquisa feita pública neste domingo (4).
A pesquisa, publicada pelo jornal "The New York Times" e pela rede de televisão CBS, aponta que Obama recebe o apoio de 50% dos eleitores democratas, contra 38% de sua rival nas primárias, Hillary Clinton.
Na quarta-feira passada, em plena controvérsia sobre o pastor, a mesma pesquisa indicava que a vantagem de Obama era de apenas oito pontos.
A pesquisa mostra que se as eleições presidenciais do dia 4 de novembro fossem hoje e Obama enfrentasse o candidato republicano, John McCain, o derrotaria por 51% a 40%.
Na semana passada, a enquete mostrava ambos empatados.
O reverendo Jeremiah Wright repetiu na segunda-feira em um comparecimento em Washington acusações de que o governo dos Estados Unidos divulgou com pleno conhecimento o vírus da aids entre a população negra.
As declarações de Wright representaram uma queda de Obama nas pesquisas de popularidade.
Obama e Hillary voltam a se enfrentar nesta terça-feira (6) nas prévias de Indiana e Carolina do Norte.
Obama vem de uma vitória, no sábado (3), entre os eleitores da base militar de Guam, no oceano Pacífico.
Por sua vez, Hillary ainda mostra força após a vitória na Pensilvânia --uma primária que, se vencida por Obama, poderia ter definido a disputa democrata para nomeação do candidato à Presidência.
As primárias de Indiana e da Carolina do Norte colocam em jogo 187 delegados no total. Atualmente, Obama está em vantagem em relação à Hillary quanto ao número de delegados comprometidos, superando 1.700, enquanto sua rival tem aproximadamente 1.600.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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