Mundo
05/05/2008 - 14h02

Campanha de John McCain lança site em espanhol para atrair hispânicos

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da France Presse, em Washington
Colaboração para a Folha Online

A campanha do provável candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, lançou nesta segunda-feira uma versão em espanhol do site oficial do político, por ocasião da festa de 5 de Maio celebrada pelos mexicanos nos Estados Unidos. A data marca a vitória de 1862 do México sobre o Exército francês na batalha de Puebla.

O site http://espanol.johnmccain.com oferece informações da campanha do senador pelo Arizona em castelhano, assim como a opinião de hispânicos sobre o senador.

Os pré-candidatos democratas Barack Obama e Hillary Clinton já lançaram há alguns meses sites em espanhol para tentar captar o voto da minoria hispânica, a mais importante do país, com 45 milhões de pessoas

Polêmicas

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Reprodução do site de John McCain, o provável candidato republicano, em espanhol
Reprodução do site de John McCain, o provável candidato republicano, em espanhol

Os republicanos estão comemorando as novas polêmicas que afetam a campanha de Obama. À frente da corrida democrata pela nomeação, ele é o mais provável candidato a enfrentar John McCain nas eleições gerais.

Com Obama sendo duramente atacado por sua rival, Hillary Clinton, ele entraria enfraquecido na campanha para a eleição 4 de novembro, com um histórico cheio de polêmicas, equívocos e frases controversas para serem exploradas por McCain --que, com a nomeação garantida, aproveita este tempo para fortalecer a sua plataforma eleitoral e municiar-se contra o rival.

Entre os republicanos e independentes que tendem a votar nos democratas, o mau momento de Obama --com a derrota na Pensilvânia e a volta da polêmica em torno de Jeremiah Wright -- causa dúvidas sobre porque ele não consegue vencer Hillary depois de um período de primárias de 16 meses.

Com um democrata enfraquecido na batalha pelo novo governo norte-americano, ficaria mais fácil para o Partido se preparar para uma eleição que parecia certa para os democratas --após dois mandatos do cada vez mais impopular presidente dos EUA, George W. Bush. E a equipe de campanha de McCain já anota a série de vulnerabilidades de Obama para explorar em um possível embate entre os dois.

Com Associated Press

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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