Campanha de John McCain lança site em espanhol para atrair hispânicos
da France Presse, em Washington
Colaboração para a Folha Online
A campanha do provável candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, lançou nesta segunda-feira uma versão em espanhol do site oficial do político, por ocasião da festa de 5 de Maio celebrada pelos mexicanos nos Estados Unidos. A data marca a vitória de 1862 do México sobre o Exército francês na batalha de Puebla.
O site http://espanol.johnmccain.com oferece informações da campanha do senador pelo Arizona em castelhano, assim como a opinião de hispânicos sobre o senador.
Os pré-candidatos democratas Barack Obama e Hillary Clinton já lançaram há alguns meses sites em espanhol para tentar captar o voto da minoria hispânica, a mais importante do país, com 45 milhões de pessoas
Polêmicas
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| Reprodução do site de John McCain, o provável candidato republicano, em espanhol |
Os republicanos estão comemorando as novas polêmicas que afetam a campanha de Obama. À frente da corrida democrata pela nomeação, ele é o mais provável candidato a enfrentar John McCain nas eleições gerais.
Com Obama sendo duramente atacado por sua rival, Hillary Clinton, ele entraria enfraquecido na campanha para a eleição 4 de novembro, com um histórico cheio de polêmicas, equívocos e frases controversas para serem exploradas por McCain --que, com a nomeação garantida, aproveita este tempo para fortalecer a sua plataforma eleitoral e municiar-se contra o rival.
Entre os republicanos e independentes que tendem a votar nos democratas, o mau momento de Obama --com a derrota na Pensilvânia e a volta da polêmica em torno de Jeremiah Wright -- causa dúvidas sobre porque ele não consegue vencer Hillary depois de um período de primárias de 16 meses.
Com um democrata enfraquecido na batalha pelo novo governo norte-americano, ficaria mais fácil para o Partido se preparar para uma eleição que parecia certa para os democratas --após dois mandatos do cada vez mais impopular presidente dos EUA, George W. Bush. E a equipe de campanha de McCain já anota a série de vulnerabilidades de Obama para explorar em um possível embate entre os dois.
Com Associated Press
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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