Mundo
05/05/2008 - 22h19

Pré-candidatos democratas se atacam em anúncios de televisão

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Colaboração para a Folha Online

Enquanto as primárias da Carolina do Norte e de Indiana se aproximam, os pré-candidatos democratas à Presidência dos EUA criticam um ao outro em anúncios de televisão.

A estratégia é utilizada para convencer os eleitores dos Estados, que realizarão suas primárias nesta terça-feira, de que o rival não seria um bom presidente.

Nesta segunda-feira, o comitê de Hillary Clinton veiculou uma nova publicidade atacando Obama por não apoiar a suspensão dos impostos dos combustíveis durante o verão.

Apenas algumas horas depois, o comitê de Obama também colocou no ar um anúncio de críticas a Hillary entitulado "Hometown", segundo reportagem do "the New York Times".

Veja matéria na íntegra e vídeo, em inglês, no site do "NYT"

O anúncio de Obama acusa Hillary de propor "a mesma velha e negativa política".

O anúncio de Hillary afirma que ela é a única candidata capaz de entender a luta da classe trabalhadora, informação que o comercial de obama desmente.

"Hometown" não explica por que Obama se opõe à suspensão do imposto dos combustíveis e nem sequer menciona o caso.

Segundo o anúncio, Obama entende que os eleitores estão frustrados com a guerra, com a economia e com os altos preços do combustível e afirma que ele é o candidato que enfrentará os problemas com uma perspectiva diferente da utilizada por Washington.

"Nós precisamos de respostas honestas (...) e de um presidente em quem possamos confiar", conclui o anúncio.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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