12/04/2002
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17h45
O chanceler de Cuba, Felipe Pérez Roque, disse nesta sexta-feira que uma "multidão violenta", formada por cerca de 400 pessoas, está cercando a embaixada cubana em Caracas. De acordo com o embaixador, Germán Sánchez, pode haver "derramamento de sangue" no caso de uma invasão.
O chanceler afirmou que os diplomatas da ilha que estão na Venezuela defenderão a embaixada mesmo que isto lhes custe a vida.
"Uma entrada violenta de pessoas é como se fosse um ataque a nosso país, e nos veremos na amarga situação de defendê-lo. A situação pode complicar-se, com um derramamento de sangue", disse o embaixador Sánchez.
O fornecimento de água e luz à sede diplomática cubana teria sido cortado, segundo informações do chanceler, e as saídas teriam sido bloqueadas pelos manifestantes.
"Este é um fato sumamente grave cuja responsabilidade recai sobre as autoridades da Venezuela, com repercussão internacional", afirmou.
Os manifestantes dizem que deputados e funcionários que integravam o governo do presidente deposto Hugo Chávez, haviam pedido asilo na embaixada.
Sánchez desmentiu a informação sobre a concessão de abrigo. "Na embaixada não há nenhum funcionário do gabinete venezuelano", localizada na região sudeste da capital, disse o embaixador em entrevista à emissora Unión Radio.
Leia mais no especial Venezuela
Cuba diz que "multidão violenta" cerca embaixada na Venezuela
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da France Presse, em Havana O chanceler de Cuba, Felipe Pérez Roque, disse nesta sexta-feira que uma "multidão violenta", formada por cerca de 400 pessoas, está cercando a embaixada cubana em Caracas. De acordo com o embaixador, Germán Sánchez, pode haver "derramamento de sangue" no caso de uma invasão.
O chanceler afirmou que os diplomatas da ilha que estão na Venezuela defenderão a embaixada mesmo que isto lhes custe a vida.
"Uma entrada violenta de pessoas é como se fosse um ataque a nosso país, e nos veremos na amarga situação de defendê-lo. A situação pode complicar-se, com um derramamento de sangue", disse o embaixador Sánchez.
O fornecimento de água e luz à sede diplomática cubana teria sido cortado, segundo informações do chanceler, e as saídas teriam sido bloqueadas pelos manifestantes.
"Este é um fato sumamente grave cuja responsabilidade recai sobre as autoridades da Venezuela, com repercussão internacional", afirmou.
Os manifestantes dizem que deputados e funcionários que integravam o governo do presidente deposto Hugo Chávez, haviam pedido asilo na embaixada.
Sánchez desmentiu a informação sobre a concessão de abrigo. "Na embaixada não há nenhum funcionário do gabinete venezuelano", localizada na região sudeste da capital, disse o embaixador em entrevista à emissora Unión Radio.
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