Veja repercussão da eleição dos EUA na imprensa internacional
Colaboração para a Folha Online
Com uma vitória por pequena margem (51% contra 49%) em Indiana e a derrota na Carolina do Norte, a pré-candidata democrata à Casa Branca Hillary Clinton enfrenta momentos difíceis de sua campanha. Os jornais norte-americanos repercutem as poucas chances da senadora de superar a margem de delegados de Barack Obama (1.845 contra 1.686, segundo a CNN) e afirma que, mesmo com seus discursos determinados de que continua na corrida, a nomeação parece impossível.
Para o jornal norte-americano "Washington Post", a vitória apertada de Hillary em Indiana não foi suficiente para dar a força que seus assessores de campanha antecipavam. O jornal relata a coletiva de imprensa com seus assessores que afirmaram que a desistência não está em seus planos.
"O sentimento dela é que ela assumiu um compromisso de deixar as pessoas nos Estados restantes terem a chance de expressar sua opinião e ela fará sua campanha de forma que seja construtivo para ela e para o Partido Democrata", disse Geoff Garin, estrategista de Hillary.
Enquanto isso, o provável candidato republicano John McCain satirizou a prolongada disputa democrata em um programa de humor da televisão norte-americana. "Eu odeio assistir. É terrível. Meus sentimentos vão para eles", brincou.
Perguntado sobre quem preferia enfrentar nas eleições gerais, McCain afirmou: "Você sabe, Ron Paul ainda está na corrida", referindo-se ao candidato republicano que, mesmo sem chances, ainda disputa a noemação partidária.
Veja a repercussão da corrida dos pré-candidatos à Presidência dos EUA nos jornais do país:
"The Washington Post"(EUA)
Hillary recusa pedidos para desistir da corrida
| Reprodução |
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| Washington Post |
Encarando obstáculos quase intransponíveis, a senadora Hillary Clinton ficou sob intensa pressão nesta quarta-feira para que desista da sua campanha pela nomeação presidencial democrata contra Barack Obama. Mas ela afirmou que permanecerá na corrida até que haja um nomeado.
A vitória apertada de Hillary em Indiana, na noite desta terça-feira, não foi suficiente para dar a força que seus assessores de campanha antecipavam. Sua pequena margem, junto à vitória de Obama na Carolina do Norte, mudou as dinâmicas da corrida democrata dramaticamente contra ela.
Em uma coletiva de imprensa, seus assessores falaram sobre o atual momento. O diretor de comunicação da campanha de Hillary, Howard Wolfson, questionado se Hillary chegou a discutir a desistência, disse veemente: "Não".
Em suas conversas nesta quarta-feira, afirmaram, Hillary falou sobre olhar adiante para a nova campanha na Virgínia Ocidental, onde ela deve manter sua vantagem.
"O sentimento dela é que ela assumiu um compromisso de deixar as pessoas nos Estados restantes ter a chance de se expressar e ela fará sua campanha de forma que seja construtivo para ela e para o Partido Democrata", disse Geoff Garin, estrategista de Hillary.
"USA Today"(EUA)
McCain satiriza rivais no programa de TV "The Daily Show"
| Reprodução |
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| USA Today |
Dos pré-candidatos democratas, quem o provável candidato republicano preferiria enfrentar Barack Obama ou Hillary Rodham Clinton?
"Você sabe, Ron Paul ainda está na corrida", brincou McCain nesta quarta-feira, durante a gravação do programa de humor "The Daily Show" com Jon Stewart.
McCain manteve o tom sério enquanto fazia uma sátira bem-humorada sobre a maratona pela nomeação entre os democratas: "Eu odeio assistir. É terrível. Meus sentimentos vão para eles".
McCain revelou algumas informações interessante. Ele disse que seu codinome no Serviço Secreto é provavelmente "estúpido" e que sua escolha para a vice-Presidência da chapa republicana é Dwight Schrute, um personagem da comédia satírica "The Office", protagonizado por Rainn Wilson.
"The New York Times"(EUA)
Manifestante no evento "Gerações de Mulheres por Hillary"
| Reprodução |
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| New York Times |
Senadora Hillary Clinton falou para cerca de 1.500 pessoas nesta quarta-feira à noite em um evento de arrecadação de verbas, no hotel Omni Shoreham, em Washington. A sua equipe de campanha disse que o evento juntou quase U$1 milhão (R$ 1,6 milhões) para esta nova etapa da disputa.
Mas quando a pré-candidata democrata começou seu discurso, um homem subiu em cima de uma mesa perto do pódio e desenrolou uma faixa preta com letras rosas dizendo "Obliterar Irã- Desculpas".
A faixa foi uma referência às declarações recentes de Hillary dizendo que, se ela fosse presidente, lidaria de maneira diferente com o Irã caso ele atacasse Israel com armas nucleares. Depois de uma breve luta com os seguranças, o homem foi retirado do local pelos membros do Serviço Secreto, que cuidam da segurança dos candidatos presidenciais.
"Bem, eu certamente espero que ele não tenha pisado em nenhum dos meus biscoitos", disse Hillary, justificando as risadas da platéia antes que recomeçasse seu discurso.
"The Wall Street Journal"(EUA)
Democratas procuram por vida após Clinton
| Reprodução |
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| Wall Street Journal |
Nem todo discurso determinado da senadora Hillary Clinton e de seus assessores de campanha nesta quarta-feira, acabou com a percepção crescente entre os democratas de que a corrida presidencial do partido está quase no fim e que Barack Obama será o vencedor.
As primárias desta terça-feira confirmaram a situação atual da corrida acirrada, como esperado. Mas uma vez que os democratas viram os resultados finais --a quase derrota de Hillary em Indiana onde recentemente ela era a grande favorita e sua mais do que esperada derrota na Carolina do Norte-- a senadora tornou-se uma perdedora, mesmo para muitos de seus apoiadores.
"O ar foi completamente retirado deles [congressistas que apóiam Hillary]", disse Jason Altmire, congressista da Pensilvânia que ainda não decidiu seu apoio. "Eles têm que contentar-se com o fato de que é provável que não dê certo", afirmou.
De repente, um dia de primárias que poucos esperavam ser decisivo na longa corrida democrata foi interpretada por todos os lados como definitiva. A primeira mulher com uma chance real de ser nomeada pelo partido e eleita presidente, parece estar irrevogavelmente atrás, dando chance para o primeiro afroamericano considerado um candidato com chances.
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Especial






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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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Com certeza o Bresil esta carente de homens como Barack Obama na política e parar de se importar com sua opnião, mas da população em geral e aplicar medidas realmente eficazes para melhorar o país.
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