McCain apóia incentivos para exploração de petróleo nos EUA
Colaboração para a Folha Online
O provável candidato republicano à Casa Branca, John McCain, afirmou que apóia incentivos federais para que os Estados busquem novos campos de petróleo. Cauteloso, disse também que não pretende obrigá-los a explorar possíveis recursos petrolíferos, especialmente em áreas ambientalmente frágeis.
"Acho que podemos oferecer mais incentivos para Estados como a Califórnia e a Flórida, e uma parcela maior dos dividendos e dos impostos do petróleo que eles possam explorar. Mas não posso dizer ao povo da Califórnia o que fazer com o litoral deles. Não posso dizer que devemos furar nos ambientes mais intocados", disse o senador em um comício em Michigan.
| 18abr.08 Yuri Gripas/Efe |
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| Provável candidato republicano John McCain defende exploração cautelosa do petróleo |
"Acredito que devamos furar para ir atrás [do petróleo]. Mas sou federalista, e acredito nos direitos dos Estados em tomar essas decisões", ressaltou.
Nos Estados Unidos, por razões ambientais, está proibida a perfuração em muitas áreas que pertencem ao governo federal e têm reservas comprovadas de petróleo. Atualmente, a exploração em alto mar só está autorizada no litoral sul --Texas, Louisiana, Mississippi e Alabama-- e em parte do litoral do Alasca.
McCain defende uma abordagem mais flexível, permitindo que os Estados decidam onde explorar suas bacias marítimas. Os republicanos, representados atualmente pelo presidente George w. Bush, são conhecidos por uma postura pouco ativa quando se trata de assuntos ambientais.
Brian Rogers, assessor de imprensa do senador, disse que McCain "apóia o objetivo da moratória, que é proteger áreas ecologicamente sensíveis, mas acredita que há algumas áreas [em alto mar] que podem e devem ser desenvolvidas por seu potencial energético."
McCain e os dois pré-candidatos democratas, Hillary Clinton e Barack Obama, são contra a exploração de petróleo das enormes reservas que ficam no Refúgio Nacional da Vida Selvagem do Alasca, onde potencialmente há 16 bilhões de barris, muito cobiçados pelas empresas do setor.
O governo de Bush chegou a incluir essas áreas com destaque na política energética nacional.
McCain disse a seus eleitores que vai guiar os Estados Unidos para a independência energética e defendeu o aprimoramento de fontes alternativas e o investimento em energia nuclear.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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