Mundo
09/05/2008 - 02h15

Hillary vai apoiar Obama se corrida pela candidatura continuar incerta

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da Efe, em Washington

A pré-candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton vai apoiar seu rival, o senador Barack Obama, se no final de junho o resultado das primárias ainda mantiver a situação do partido incerta, revelou nesta quinta-feira o presidente de sua campanha, Terry McAuliffe.

"Isto terminará em junho. Se a vitória não acontecer, Hillary, o ex-presidente Bill Clinton e eu mesmo ajudaremos o senador Obama", disse McAuliffe em entrevista à emissora de TV NBC.

McAuliffe disse ainda que, em um sinal da unidade do partido, "o senador Obama também ajudará Hillary se ela for escolhida como candidata".

Após as primárias de Indiana e da Carolina do Norte, as possibilidades da senadora por Nova York parecem ter diminuído consideravelmente.

No entanto, Hillary rejeita até o momento os pedidos para que reconheça sua derrota e desista da campanha.

O senador por Illinois venceu a ex-primeira-dama com uma larga margem de votos na Carolina do Norte, enquanto sua rival triunfou em Indiana com uma diferença muito menor do que a prevista nas pesquisas.

O próximo capítulo das primárias democratas acontecerá na próxima terça-feira, na Virgínia Ocidental, mas esse estado tem pouca influência no resultado geral.

As consultas seguintes ocorrerão em Kentucky e Oregon, no dia 20 de maio, Porto Rico, em 1º de junho, e Montana e Dakota do Sul, no dia 3 de junho.

Analistas políticos assinalaram que nenhum dos candidatos chegará à convenção do partido no fim de agosto com o número suficiente de delegados.

Isso significa que a decisão ficará com os "superdelegados" do partido, que se inclinarão pelo candidato com maior apoio, assinalaram.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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