Obama promete amizade "inabalável" a Israel caso seja eleito
da Efe, em Washington
Colaboração para a Folha Online
O pré-candidato democrata à Presidência dos EUA Barack Obama afirmou nesta sexta-feira que manterá a amizade dos EUA com Israel caso seja eleito governante nas eleições de novembro.
"O compromisso dos EUA com a segurança israelense é inabalável", disse o senador por Illinois em discurso de celebração do 60º aniversário da criação de Israel
"Estou absolutamente convencido de que a amizade entre nossas duas nações é inabalável", acrescentou Obama, que supera a rival Hillary Clinton na luta pela candidatura.
Com a promessa de apoio, Obama pareceu acalmar as dúvidas sobre seu compromisso para com Israel e os rumores de que é muçulmano e mantém estreitos contatos com Louis Farrakhan, um ativista político crítico do Estado israelense.
"Ao celebrar seis décadas de independência, sabemos que ainda é preciso fazer muito para garantir uma paz duradoura para as crianças de Israel", afirmou Obama, que não deu detalhes sobre qual seria sua política para o Oriente Médio caso seja eleito.
60 anos
Nesta semana, Israel celebra os 60 anos de sua fundação, comemorados na quinta-feira. Sua independência foi proclamada no dia 14 de maio de 1948, mas, segundo o calendário judaico (lunar), o feriado ocorre a cada ano em diferentes datas, entre abril e maio.
Durante o feriado, Israel proibiu a entrada de palestinos de Gaza e da Cisjordânia no país, temendo atentados por parte de militantes. No final de abril, o chefe da Inteligência Militar do país já havia manifestado o temor de algum ataque nas comemorações.
Vários líderes mundiais e personalidades visitarão Israel durante as homenagens de aniversário e as festas se estenderão por outras localidades do mundo, como Reino Unido, EUA e Brasil.
Muçulmano
Obama demostra desde o início de sua campanha que quer conquistar mais votos entre o eleitorado judaico. Ele negou diversas vezes que seja muçulmano, após ser questionado sobre sua infância na Indonésia em meados de março. Segundo o senador, os boatos foram espalhados por opositores.
Obama também enfrenta críticas em relação a alguns de seus conselheiros que, aos olhos dos judeus norte-americanos, são contrários a Israel no conflito com a Autoridade Nacional Palestina (ANP).
Em janeiro, Obama aproveitou um discurso na Igreja Martin Luther King, em Atlanta, para criticar negros anti-semitas.
Durante um debate em março, Obama relembrou James Chaney, Andrew Goodman e Michael Schwerner, defensores dos direitos civis de trabalhadores judeus assassinados no Mississippi, em 1964, enquanto participavam juntos de uma campanha para registrar eleitores negros.
"Eu não estaria aqui se não fosse um grande grupo de judeus americanos que apoiou o movimento pelos direitos civis e ajudou a garantir que a justiça fosse feita no sul", disse Obama.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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Com certeza o Bresil esta carente de homens como Barack Obama na política e parar de se importar com sua opnião, mas da população em geral e aplicar medidas realmente eficazes para melhorar o país.
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