Mundo
11/05/2008 - 12h00

Líderes evangélicos dos EUA apóiam questões democratas

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Colaboração para a Folha Online

Por décadas, os eleitores evangélicos foram aliados do Partido Republicano. Segundo reportagem deste domingo da CNN, essa posição pode estar mudando.

Veja reportagem na íntegra, em inglês, na CNN

No momento, os evangélicos demonstram apoiar muitas questões apresentadas pelos democratas, como a campanha mundial contra a AIDS, a fome e a pobreza.

Alguns religiosos conservadores criticam a nova abordagem. Eles afirmam se orgulhar dos ganhos que obtiveram por meio dos laços com os republicanos.

E, para analistas políticos consultados pela CNN, os democratas terão que ceder em algumas questões, como o apoio ao aborto, se quiserem o apoio dos mais conservadores.

No entanto, um grupo de líderes influentes entre os cristãos se aproxima dos democratas, defende a liberdade religiosa e se posiciona contra as políticas que dividem o país.

"Nosso propósito é unir forças políticas com todos aqueles que apóiam uma praça civil pública (...) e a visão de vida pública na qual pessoas de todas as fés são livres para entrarem e se engajarem na vida pública", afirmou o líder evangélico Os Guinness.

Para os democratas, a notícia é boa. O partido tem diminuído a antes larga vantagem dos republicanos entre os eleitores evangélicos.

E, para isso, os candidatos participam de conversas com eleitores e discursam sobre temas religiosos.

"O que eu tento fazer é o melhor que posso como um instrumento de Sua vontade", afirmou o senador e pré-candidato democrata Barack Obama em discurso.

"Eu obviamente sou afortunada em poder confiar e ser apoiada em minha fé, que tem sido uma âncora para mim por toda a minha vida", disse a rival democrata de Obama, Hillary Clinton.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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