Bush chega a Israel para festa que comemora os 60 anos do Estado
da Efe, em Jerusalém
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, chegou na manhã desta quarta-feira a Israel, onde se reunirá com os dirigentes do país e participará de uma conferência por ocasião do 60º aniversário da criação do Estado israelense.
Bush foi recebido no aeroporto Ben Gurion, próximo a Tel Aviv, pelo presidente israelense, Shimon Peres, e o primeiro-ministro Ehud Olmert.
Após a execução dos hinos dos dois Estados, Bush cumprimentou a presidente do Parlamento, Dalia Itzik, e vários ministros.
| Larry Downing/Reuters |
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| O presidente dos EUA, George W. Bush, cumprimenta o premiê israelense Ehud Olmert |
Depois, Peres, Olmert e Bush pronunciaram um breve discurso, no qual o presidente americano ressaltou seu "orgulho" de reafirmar com esta visita a amizade entre os dois povos.
"Nossas nações enfrentam grandes desafios e têm os mesmos princípios para triunfar perante eles", disse.
Peres agradeceu a Bush a "forte amizade" e a "dedicação à paz e à segurança na região", enquanto Olmert qualificou o líder americano como o "aliado e parceiro mais próximo" de Israel, e agradeceu por seu 'compromisso sem limite com a segurança e bem-estar' do Estado israelense.
Em seguida, Bush viajou em um helicóptero a Jerusalém, onde se reunirá por volta das 14h (8h de Brasília) com Peres, organizador da conferência.
Uma hora depois, se encontrará mais uma vez com Olmert, a quem demonstrou recentemente seu apoio, apesar das novas suspeitas de corrupção que pesam sobre ele.
Às 20h (14h de Brasília), Bush assistirá com Olmert e suas respectivas esposas a um evento no Centro de Exposições e Congressos de Jerusalém, que conta ainda com a participação de outros doze chefes de Estado.
A conferência de três dias, inaugurada na terça-feira, reúne 3.500 convidados, entre eles dezenas de líderes políticos, econômicos e sociais, como o ex-primeiro-ministro do Reino Unido e atual enviado do Quarteto (EUA, Reino Unido, ONU e União Européia), Tony Blair, o artífice da perestroika (abertura política e reestruturação econômica), Mikhail Gorbachev, e o ex-premiê espanhol José María Aznar.
O objetivo da conferência é analisar em 35 painéis os desafios da sociedade global e o futuro do povo e do Estado de Israel no contexto internacional.
Bush deve pronunciar um discurso sobre os laços de amizade entre EUA e Israel, que é considerado o principal ato do evento.
Amanhã, Bush fará um pronunciamento aos deputados da Knesset, o Parlamento israelense.
O presidente americano não deve viajar à cidade cisjordaniana de Ramallah para se reunir com Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina.
Na sexta-feira (16), Bush deixará Israel para continuar sua viagem de cinco dias pelo Oriente Médio, que inclui Arábia Saudita e Egito.
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Especial



Temo pelas novas gerações de políticos que estão chegando, que não fomentam o mesmo sentimento patriótico como foram os de G.Meir, Gurion, Begin, e outros.
Creio que daí para frente o sentimento genuino patriótico Israelense se manifestará no seio dos judeus ortodoxos. Serão eles que manterão firme a convicção de que o Israel moribundo, ou nômade acabou.
Desde a antiguidade a fé judaica nunca esteve tão forte como nesses últimos dias.
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(...) FORTALECE (...) e ( ... ) MAIOR número de vítimas...
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...
Assim, este atual governo de Israel, certifica a todos que a guerra contra o Líbano em 2006, foi totalmente desnecessária, ceifando vidas e destruindo famílias de ambos os lados.
Receberam seus dois soldados mortos e libertaram um assassino frio que em 1979 matou o pai a queima roupa e sua filha esmagou a cabeça com seu rifle contra uma pedra. Uma menina de 4 anos.
..
Agora é recebido no Líbano como um herói, fortale-se a oposição contra Israel e dificulta eventuais e futuros acordos de paz.
Triste fim para ambos os lados, mas nessa Israel levou a pior, embora o número de vítimas tenha sido do lado libanês.
Que venha logo o Messias prometido, para por fim a todos esses flagelos.
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