Mundo
15/05/2008 - 08h53

Mulher de Barack Obama faz campanha pela primeira vez em Porto Rico

da Efe, em San Juan
da Folha Online

Michelle Obama, mulher do pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, faz campanha pela primeira vez em Porto Rico, com vistas às primárias de junho.

A mulher do senador de Illinois chegou à ilha caribenha por volta das 14h (15h de Brasília) desta quarta-feira (14), onde foi recebida pela primeira-dama de Porto Rico, Luisa Gándara.

Michelle visitou uma galeria em San Juan e participou da inauguração de equipamentos médicos em um hospital local.

A mulher de Barack Obama cumprimentou os membros da Junta de Diretores do hospital, pacientes e pais dos doentes.

Michelle, que não conversou com a imprensa durante a visita, permanece em Porto Rico até amanhã.

Assessora

Keith Srakocic/AP
Barack Obama ao lado de sua mulher, Michelle, durante campanha em Indiana
Barack Obama ao lado de sua mulher, Michelle, durante campanha em Indiana

Michelle tem atuado na campanha do marido como uma importante assessora para conquistar o voto dos trabalhadores brancos de classe média, eleitorado no qual Obama tem seu pior desempenho.

Em seus discursos, Michelle fala sobre a vida simples da família e de sua distância da política de Washington. "Nós ainda estamos tão próximos das vidas que a maioria dos americanos estão vivendo. Eu não sei sobre vocês, mas, na maior parte de minha vida, eu me senti desligada de Washington", disse, em um comício de Obama em Indianapolis, capital de Indiana.

Classificado como elitista por seus rivais à Presidência, depois de seus comentários sobre moradores de pequenas cidades rurais, Obama conta agora com as declarações e histórias de sua mulher para fortalecer sua imagem de "cara comum".

A equipe de campanha de Obama vê Michelle como alguém cujo estilo "simples" é bem visto pelos eleitores e cujas revelações podem tornar Obama uma figura ainda mais atraente para as classes mais baixas.

Comentários dos leitores
Gustavo Pereira (37) 23/07/2008 11h22
Gustavo Pereira (37) 23/07/2008 11h22
Aproveitando agora o periodo de hibernacao do ciclo eleitoral nos EUA vou comentar a respeito dos problemas com as pesquisas de opiniao nos EUA, como eu havia prometido. Pesquisas de opiniao nos EUA estao sujeitas a um erro muito maior do que no Brasil por dois motivos: 1) o voto popular nacional nao interessa, mas o desempenho em cada Estado e no colegio eleitoral; e 2) o voto nao eh obrigatorio, entao eh preciso "adivinhar" quem vai votar. Ha dois casos emblematicos para ilustrar o primeiro motivo: a eleicao de 2000 quando Gore teve 540 mil de votos a mais que Bush e nao se tornou presidente, e a eleicao de 1980 quando Reagan obteve soh 50,7% do voto nacional, mas venceu em 44 dos 50 Estados americanos. No Brasil eh mais facil ponderar os resultados de uma pesquisa e ajusta-los baseados em informacoes demograficas nacionais do eleitorado porque o voto eh obrigatorio. Nos EUA, eh necessario fazer esse ajuste Estado por Estado e ainda adicionar uma receita caseira pelo Instituto de pesquisa pra adivinhar quem vai votar. Essas receitas sao normalmente baseadas em identificacao partidaria (% de Republicanos, Democratas e Independentes) e demografia do eleitorado que compareceu as urnas em eleicoes passadas em cada Estado. Isso quer dizer que se houver grupos bem mais/menos entusiasmados nessas eleicoes do que nas anteriores, eh provavel que essa receita caseira de ponderacao nao funcione e as pesquisas nao reflitam o resultado real. sem opinião
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rafael sampaio (3) 23/07/2008 09h47
rafael sampaio (3) 23/07/2008 09h47
Simplesmente mais um presidente. Só isso. Não há nada de novo. sem opinião
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FLORIANOPOLIS / SC
Srs. Moderadores.
Por três vezes eu respondi à Maria Regina Ruiz e vocês não postaram.
Então qual a razão de publicar as perguntas se restringe o direito de responder ?
...
Se está incomodando " assuntos religiosos " então dou-lhes uma sugestão:
Deletem todas as perguntas e respostas relacionadas ao assunto religioso e publiquem somente o ping-pong eleitoral de Barak Obama e John McCaim.
...
Não faz o menor sentido essa atitude de vocês que parece não ter critérios. Essa é a impressão que fica.
Ou então passem um e-mail a todos cadastrados informando qual é a nova filosofia para publicação.
Se é que existe.
sem opinião
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