Após discurso de Bush, Obama diz que presidente fez ataque político
Colaboração para a Folha Online
O candidato democrata à Casa Branca Barack Obama denunciou nesta quinta-feira um "ataque político" do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, que acusou implicitamente os democratas de não ter pulso firme contra os terroristas.
"Alguns parecem acreditar que nós devemos negociar com os terroristas e radicais, como se um argumento ingênuo os persuadirá que eles estão errados o tempo inteiro", afirmou Bush durante um discurso pronunciado diante do Knesset, o Parlamento israelense, em Jerusalém, por ocasião dos 60 anos do Estado de Israel.
Bush afirmou que é uma "falsa ilusão" pensar que o terrorismo pode ser evitado através do diálogo. O presidente citou a história de um senador norte-americano que, em vão, imaginou que poderia ter evitado o avanço nazista. "Enquanto tanques nazistas cruzavam a Polônia em 1939, um senador norte-americano declarou: 'Meu Deus, se eu ao menos pudesse ter conversado com Hitler. tudo isso poderia ter sido evitado'", contou, dizendo que o diálogo acarreta em um "falso conforto" da trégua.
Obama, que durante sua campanha pela candidatura democrata expressou seu interesse em se reunir com os líderes de países tidos como inimigos históricos de Bush, como Cuba ou Irã, sentiu-se ofendido e respondeu às afirmações que a Casa Branca ressalta que não foram dirigidas a ele.
"É triste que o presidente Bush usasse um discurso diante do Knesset por ocasião do 60º aniversário da independência de Israel para lançar um ataque político falso", disse o senador por Illinois em um comunicado.
"Chegou a hora de virar a página de oito anos de uma política que reforçou o Irã e tornou a América e seu aliado Israel mais vulneráveis", afirmou. "George W. Bush sabe que nunca apoiei o diálogo com os terroristas", prosseguiu Obama.
A porta-voz da Casa Branca, Dana Perino, negou que Bush estivesse se referindo a Obama. "Há muitos que sugeriram este tipo de negociações com pessoas com as quais o presidente Bush não acredita que deveríamos falar", afirmou Perino.
"Entendo que quando alguém está concorrendo pela Presidência pensa que o mundo gira a seu redor, mas isso nem sempre é certo e não é, neste caso", acrescentou.
O provável candidato presidencial republicano, John McCain, criticou insistentemente Obama por dizer que se reuniria com o chefe de Estado cubano, Raúl Castro, sem impor condições. McCain ressalta que só falará com Cuba depois que o governo realizar eleições livres.
Com Efe e France Presse
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Vejam, a premissa foi: Autodeterminação dos povos [que o Luiz não tratou do assunto, mas que o missivista rapidinho resolver ler "dentro" do texto do outro. Realmente está na CF/88: Art. 4º, III, CF/88 a tal da 'autodeterminação', mas não passa de zurrada constitucional eqüina].
Depois, uma outra premissa menor que não guarda nenhuma relação com a maior [anterior], e a conclusão ilógica [espúria]: "Por isso os Republicanos...".
Assim fica fácil: eu junto abóbora com melancia e digo que as duas são a mesma coisa porque o colorido interno de ambas são semelhantes!
Tertulia Flacida ad Bovinum Adormentare
(conversa pra boi dormir!)
Eduardo Velasco
Natal/RN
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Sr. Mac Cain copiar não é feio desde que se de o crédito a fonte. Mundança, até onde sei é mote de campanha do Senador Obama. O lema "ir para Wasghiton para refomar o país" também é de Obama. Por favor ponha a criatividade para funcionar e traga algo novo para deleite dos seus apoiadores. A América já teve um filho imitando o pai na presidência, e olha no que deu: A nação além de cair no atoleiro econômico, tem hoje boa parte do mundo odiando os EUA e sua máquina de fabricar guerras.
Enquanto Obama elogia o passado de Mac Cain. o general agride Obama com palavras impróprias e ao mesmo tempo tenta copia-lo sonhando alcançar a popularidade do Senador democrata. É por isso que o povo americano está mais simpático ao democrata que é original, do que à qualquer genérico de ocasião.
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