Mundo
15/05/2008 - 19h48

Barack Obama ganha apoio de novos delegados

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da France Presse, em Washington
Colaboração para a Folha Online

O pré-candidato democrata Barack Obama --favorito à indicação do partido-- ganhou nesta quinta-feira novos apoios, entre eles o do presidente da Comissão parlamentar do Controle e da Reforma do governo, Henry Waxman.

Representante da Califórnia, Waxman é um dos parlamentares mais respeitados do Congresso, onde tem cadeira desde 1974. Ele é considerado uma das maiores pedras no sapato do governo de George W. Bush devido a suas investigações sobre a prisão de Abu Ghraib ou os problemas financeiras da empresa Halliburton.

Henry Waxman é um dos superdelegados cuja escolha será decisiva na designação do candidato democrata à Casa Branca.

Obama também recebeu nesta quinta-feira o apoio de outro representante da Califórnia, Howard Berman.

Waxman e Berman são "membros respeitados da comunidade judaica americana", afirmou o comitê de Obama no comunicado em que anunciou o apoio dos dois parlamentares.

O senador por Illinois também obteve o apoio do representante do Estado de Washington Jim McDermott e do presidente do sindicato dos Trabalhadores e das Comunicações (CWA) e superdelegado Latrry Cohen. O CWA afirma possuir 700.000 membros.

O sindicato dos metalúrgicos (USW), que possui 1,7 milhão de filiados e apoiava o ex-pré-candidato John Edwards --que anunciou quarta-feira (14) o endosso a Obama--, expressou oficialmente seu apoio ao senador.

De acordo com a rede CNN de televisão, Obama possui 1.899 delegados, contra os 1.719 de Hillary. São necessários 2.025 delegados para garantir a indicação democrata.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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