Mundo
16/05/2008 - 18h03

McCain faz campanha para portadores de armas na Virgínia Ocidental

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da Associated Press, na Virgínia Ocidental
Colaboração para a Folha Online

O provável candidato republicano à Presidência dos EUA, John McCain, visitou nesta sexta-feira uma loja de armas na Virgínia Ocidental e fez campanha entre portadores de armamentos e seu influente grupo de lobby, o National Rifle Association (NAR - Associação Nacional do Rifle, em tradução livre).

McCain não é bem visto pelo lobbie das armas por apoiar uma maior restrição para a compra de armas em exibições. Mesmo assim, o senador republicano afirmou que espera obter o voto dos portadores de armas em uma suposta eleição geral contra os rivais democratas Barack Obama e Hillary Clinton.

"Nós tivemos desentendimentos no passado, mas eu apóio os direitos da Segunda Emenda, do que estou muito orgulhoso. Eu anseio em receber o seu apoio [dos portadores de armas]", afirmou McCain.

A Segunda Emenda para a Constituição norte-americana garante o direito do porte e manutenção de armas.

McCain afirmou que o único controle para o porte de armas ao qual ele é a favor é a respeito das restrições para as pessoas com antecedentes criminais ou indicações de problemas mentais. No entanto, o senador pelo Arizona afirmou que, se for eleito presidente, irá assinar uma lei para proibir as pessoas de comprarem armas em exibições sem passarem pelo mesmo processo requerido em lojas de armas.

De forma isolada, as restrições de McCain para as armas podem prejudicá-lo entre um eleitorado importante para o senador: os antigos membros das forças armadas residentes no sul do país, onde as armas de caça são parte da cultura local.

Mesmo assim, em comparação com os outros pré-candidatos pela Casa Branca, McCain pode ser visto como o que mais apóia o direito dos portadores de armas.

Obama conversou com repórteres nesta sexta-feira em Watertown, Dakota do Sul, e foi questionado sobre se os republicanos fariam das armas uma questão na campanha para as eleições gerais.

"Eles vão tentar, é claro. Eles seguem o mesmo livro todas as eleições e a questão das armas será uma dessas questões", afirmou o senador.

"As pessoas têm o direito de portar armas. Não há nada inconsistente em também dizer que nós podemos instituir leis de senso comum para que não tenhamos mais crianças sendo mortas nas ruas de cidades como Chicago. Essas são leis que eu acho que a maioria dos norte-americanos acreditam", completou Obama.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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