Mundo
20/05/2008 - 13h39

Obama vira membro de tribo e propõe nova política indígena

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da Reuters

O pré-candidato democrata à Casa Branca Barack Obama tornou-se nesta segunda-feira membro honorário da tribo crow (corvo, em inglês) e prometeu aos presentes uma política mais ativa na ajuda aos indígenas norte-americanos.

Os crow são uma tribo com cerca de 12 mil integrantes em Montana. Obama foi adotado por um casal chamado Hartford e Mary Black Eagle ("Águia Negra"), e recebeu um nome que significa que "o que ajuda todo mundo do lugar".

No discurso, o senador por Illinois errou a pronúncia de alguns nomes nativos. "Acabo de ser adotado pela tribo, então ainda estou treinando a pronúncia", brincou. "Gosto do meu novo nome: Barack Black Eagle. É um bom nome", completou.

Muitos espectadores usavam cocares, e alguns bateram tambores antes da chegada de Obama. É a primeira vez que um candidato a presidente dos EUA visita a nação crow.

Obama está fazendo vários comícios em Montana, que realiza eleições primárias em 3 de junho. O Estado tem uma população de 60 mil índios, o que faz deles um eleitorado importante, segundo Dale Old Horn, 62 anos, porta-voz da tribo.

Obama prometeu nomear um assessor de políticas indígenas para a Casa Branca e se empenhar em melhorar o acesso dos índios à saúde e à educação. "Poucos foram ignorados por Washington durante tanto tempo quanto os nativos americanos, os primeiros americanos", disse Obama.

Old Horn afirmou que vários membros da tribo se identificam com as origens de Obama. "Sua herança de ser pobre, ser marginalizado, são duas coisas em comum com a gente. Sempre fomos tratados como marginalizados no que diz respeito às políticas públicas. Além disso, todos somos pobres."

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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