Mundo
31/05/2008 - 20h41

Partido Democrata valida delegados de Michigan e Flórida mas com meio voto

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da Folha Online

Membros do Partido Democrata disseram que um comitê do partido concordou neste sábado em validar as votações nos Estados da Flórida e de Michigan, aprovando todos os delegados que foram escolhidos nestes Estados, mas cada um deles terá direito a apenas meio voto, na Convenção Nacional Democrata, em agosto, em Denver, onde será oficializado o candidato do partido às eleições gerais.

A proposta de validar todos os delegados escolhidos na primária da Flórida com votos plenos não foi aceita pelo comitê.

A presidente do comitê, Alexis Herman, afirmou antes da decisão que validar todos os delegados de Flórida e Michigan para a Convenção Nacional Democrata não é uma opção viável e que algum tipo de punição é certo.

"Nós tivemos muitos Estados que quiseram violar o calendário [de primárias]. Nós precisamos enviar um sinal muito forte para prevenir que outros Estados adiantassem [a data da votação]", disse Herman, segundo relata a rede de televisão CNN.

As equipes de campanha de Hillary e Obama divergem sobre a divisão dos delegados: a equipe de Hillary (que ganhou as duas primárias por uma ampla margem) pretendia que os delegados --e conseqüentemente os votos populares-- fossem totalmente validados e divididos proporcionalmente ao voto.

Já a equipe de Obama uma divisão por igual, devido ao fato dele não ter feito campanha em nenhum dos Estados e, por respeito à anulação do partido, ter retirado seu nome da cédula de votação de Michigan.

Ambos concordam, contudo, que os delegados de Flórida e Michigan devem ir à Convenção Nacional Democrata, em agosto, quando o candidato democrata às eleições gerais será oficializado. A medida acalmaria os eleitores dos Estados que protestam pela contabilização dos votos e garantiria bons resultados democratas nas eleições de 4 de novembro.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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