No final das primárias, McCain ataca Obama e se distancia de Bush
da Folha Online
O candidato republicano à Casa Branca, John McCain, deve atacar o favorito na corrida democrata, Barack Obama, nesta terça-feira, dia que marca a votação das últimas primárias. Eleitores dos Estados de Montana e Dakota do Sul foram às urnas hoje.
Segundo trechos de um discurso que McCain fará na noite desta terça-feira, obtidos pela agência Reuters, ele dirá que, caso seja eleito à Presidência, trará aos EUA o "tipo certo de mudança".
| Matthew Cavanaugh/Efe |
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| John McCain (foto) deve atacar Barack Obama em discurso nesta terça-feira |
"Ele é um homem que impressionante, que dá uma ótima impressão a à primeira vista", deve dizer McCain a respeito do provável rival democrata, segundo o texto divulgado pela Reuters.
"Mas ele não quer desafiar seu partido e correr o risco de ser alvo de críticas de seus apoiadores para trazer mudanças reais a Washington. Eu quero", diz o discurso de McCain.
Senador pelo Arizona, McCain já garantiu a candidatura republicana ao alcançar os 1.191 delegados necessários para a nomeação. No discurso, ele deve também tentar distanciar-se do atual presidente americano, o também republicano George W. Bush, prometendo instaurar uma nova política energética e um novo plano para lidar com o aquecimento global.
Obama está próximo de obter a nomeação do Partido Democrata para a candidatura à Casa Branca nesta terça-feira. Ao menos 20 superdelegados --veteranos do partido e oficiais eleitos que possuem voto livre na convenção nacional do partido-- e dez delegados comprometidos com o ex-pré-candidato John Edwards anunciaram seu apoio ao senador.
Mais dois Estados realizam primárias democratas nesta terça-feira --Montana e Dakota do Sul-- e colocam 31 delegados em jogo.
Vice
| Reuters |
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| Os candidatos democratas Hillary Clinton e Barack Obama; a senadora cogita ser candidata a vice-presidente na chapa do rival |
A também pré-candidata Hillary Clinton anunciou em conferência com membros do Congresso de Nova York que estaria aberta a se tornar vice-presidente na chapa de Obama. Mas o comitê da senadora afirmou que ela não pretende desistir da corrida pela nomeação ainda nesta terça-feira.
"A disputa pela nomeação vai até quando alguém chegar ao mágico número. Isso não ocorreu hoje e não é isso que a senadora [Hillary] Clinton vai falar nesta noite", afirmou o presidente da campanha de Hillary, Terry McAuliffe à rede CNN de televisão.
Mais de 150 superdelegados ainda estão indecisos, e uma vitória de Obama nas primárias de Montana e Dakota do Sul --que é esperada segundo as últimas pesquisas-- pode incentivá-los a anunciarem o apoio ao senador.
Um grupo de 17 senadores democratas não-comprometidos com nenhum dos pré-candidatos se encontraram na tarde de hoje para discutir um possível apoio a Obama.
Apoio
Vários superdelegados anunciaram sua posição ao longo do dia. O ex-presidente Jimmy Carter (1977-1981) irá apoiar Obama assim que as primárias de Montana e Dakota do Sul terminarem, segundo informações do Centro Carter.
O representante (deputado) James Clyburn da Carolina do Sul, o terceiro membro democrata em importância na Casa dos Representantes, também anunciou seu apoio a Obama e incentivou outros superdelegados a fazer o mesmo para que o senador possa encerrar o processo da nomeação até o fim do dia.
"Hoje, o processo das primárias se aproxima de um fim", afirmou Clyburn em entrevista para a rede NBC de televisão. "Eu acredito que chegou a hora de todos os delegados não comprometidos tomarem sua decisão", acrescentou.
Obama planeja celebrar a vitória para iniciar a campanha das eleições gerais contra McCain após as primárias desta terça-feira. Ele fará o evento na arena de hockey de St. Paul, Minnesota, onde os republicanos realizarão sua Convenção Nacional em setembro.
Sem mais viagens de campanha a planejar, os trabalhadores da campanha de Hillary foram incentivados a ir para Nova York --onde Hillary fará um discurso nesta terça-feira-- ou para suas casas e esperar por novas coordenadas.
com Reuters
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Especial




Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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