Em Nova York, Hillary afirma que ainda não tomará decisão
Colaboração para a Folha Online
Em discurso após as primárias de Dakota do Sul, a pré-candidata à Presidência dos EUA Hillary Clinton parabenizou o rival, Barack Obama, por "inspirar norte-americanos a se envolverem com política", afirmou que o partido deve permanecer unido e se negou a tomar qualquer decisão na noite desta terça-feira.
"O partido precisa estar unido. Essa campanha tem sido muito longa, mas eu não vou tomar decisões nesta noite", afirmou a senadora em discurso para eleitores em Nova York.
Hillary agradeceu aos mais de 35 milhões de eleitores democratas que compareceram às primárias "com suas crianças nos ombros" e afirmou estar "honrada" de ter disputado a nomeação com o "amigo" Obama.
| Justin Lane/Efe |
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| Hillary faz discurso em Nova York e não desiste de ser candidata à Presidência |
"Eu quero começar parabenizando Obama e seus colaboradores, que inspiraram muitos americanos a se envolverem com política. Estou honrada de ter disputado as primárias com o senador e de ser amiga dele", acrescentou a Hillary.
A senadora por Nova York ressaltou o fato de que "todos os Estados tiveram a oportunidade de serem ouvidos" e disse que continuará lutando pelos seus 18 milhões de eleitores.
"A todo momento vocês se guiaram pela mesma pergunta, sobre quem seria o candidato mais forte, quem seria o melhor presidente, quem estaria pronto para assumir a Casa Branca e levar nosso país para um futuro melhor. E todos os Estados tiveram a oportunidade de serem ouvidos. (...) Todos os Estados e pessoas de todas as cores e idades".
Eleitores
Hillary também agradeceu às "maravilhosas" mulheres dos EUA e dedicou suas vitórias às pessoas "que não sabem quem faz as manchetes, mas fazem a própria história porque querem a Casa Branca de volta", em uma crítica ao atual presidente George Bush e aos meios de comunicação, que já declararam Obama como o candidato democrata.
| 27.mai.2008 - Elise Amendola/AP |
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| Pré-candidata democrata Hillary Clinton faz campanha para seus eleitores em Montana |
A senadora reiterou sua luta pelos trabalhadores e pelas pessoas que foram "invisíveis" aos olhos do presidente George W, Bush.
"Nos últimos oito anos, muitas pessoas se sentiram invisíveis, porque nosso presidente não as viu", afirmou. "Nenhum de vocês é invisível para mim. Eu vejo vocês e vejo o quanto trabalham duro. E continuarei trabalhando por vocês a cada dia de minha vida", acrescentou.
Hillary reafirmou sua busca pelas principais propostas de sua campanha: "plano de saúde universal", "trabalho para todos" e o restabelecimento da liderança dos EUA no mundo.
"Eu quero restaurar a liderança dos EUA no mundo, em razão dos nossos valores. Quero lutar contra o terrorismo e contra o aquecimento global", acrescentou.
Objetivos
A senadora também afirmou discursar para aqueles "que se perguntam o que Hillary quer nessa campanha", e afirmou:
"Eu quero o que eu sempre lutei: eu quero terminar a guerra, quero plano de saúde para todos, quero atenção para todas as crianças e quero que os 18 milhões de norte-americanos que votaram em mim sejam ouvidos".
Hillary agradeceu seus eleitores por darem o apoio que a ajudaram a não desistir e recomendou que todos unissem o partido para que ele seguisse mais "forte do que nunca".
"Tiveram dias que eu tive força para lutar por todos nós. Nos que eu não tive, eu me apoiei em vocês. E vocês me ajudaram, olharam nos meus olhos e disseram: 'não desista, continue'", disse Hillary.
"Vou levar suas histórias e sonhos comigo pela minha vida. (...) E eu recomendo unir nosso partido e seguir mais forte do que nunca", acrescentou.
Hillary encerrou seu discurso agradecendo aos colaboradores, familiares e eleitores e reforçando o poder de reconstrução dos EUA.
"Hoje nós estamos próximos à Estatua da Liberdade e ao espaço das torres [torres gêmeas do World Trade Center], que mostram nossa capacidade de reconstrução".
"Eles mostram que aqui nós somos corajosos e, quando enfrentamos nossos desafios juntos, não há barreiras que não possamos ultrapassar, não há sonhos que não possamos alcançar, não há nada que não possamos fazer. Deus abençoe a América", completou a senadora.
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Especial




Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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