Carla Bruni fala de sua paixão por Sarkozy em livro
da Efe, em Paris
A primeira-dama da França, Carla Bruni, fala da paixão que sente pelo marido, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, assim como sua "inimaginável" capacidade de trabalho, em "La Véritable Histoire de Carla et Nicolas", livro que sairá à venda amanhã na França.
Segundo trechos do livro publicados hoje pelo "Le Parisien" e pelo "Le Point", a cantora --que deve lançar ainda neste ano seu próximo álbum-- prevê que, quando Sarkozy deixar a política, eles "vão se aborrecer".
| Patrick Kovarik/Reuters |
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| Carla Bruni e o presidente Nicolas Sarkozy visitam um sítio arqueológico na Tunísia |
No livro, escrito por Valérie Benaïm e Yves Azéroual, a ex-modelo internacional, que se casou com Sarkozy em 2 de fevereiro, confirma também que não pensa em abandonar sua carreira musical, mas sim os palcos, durante este período presidencial.
Ela também afirma que tinha previsto lançar no mercado seu terceiro álbum no final de 2007. Segundo ela, não há "nada de subversivo" nas músicas do novo álbum, elas só contam "pequenas histórias".
Essas músicas podem ter sido escritas antes do encontro, no dia 13 de novembro de 2007, com Sarkozy, em um jantar para o qual havia sido convidada, junto com dois casais, por Jacques Séguéla.
"Em seguida, compreendi que era um 'blind date' (encontro às cegas)", disse Carla Bruni, ao lembrar que os dois únicos solteiros da noite eram ela e Sarkozy, que tinha acabado de se divorciar.
A flechada "foi imediata. Não esperava alguém tão divertido, tão vivo. Seu físico, seu encantamento, sua inteligência me seduziram", afirma Bruni em um fragmento do livro reproduzido pelas publicações.
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