Veja lista de possíveis candidatos a vice na chapa de Obama
Colaboração para a Folha Online
O senador Barack Obama de Illinois obteve nesta terça-feira a marca de 2.118 delegados, segundo projeção da CNN, e se declarou candidato democrata à Presidência dos EUA. Logo após se anunciar o nomeado, Obama deu os primeiros passos na escolha de um candidato a vice-presidente para a sua chapa.
O senador pediu para Jim Johnson, ex-presidente da companhia hipotecária Fannie Mae, iniciar a procura dos candidatos em potencial, segundo um comunicado entregue à imprensa.
Johnson realizou um trabalho similar com os nomeados democratas John Kerry (derrotado por George W. Bush nas eleições gerais), em 2004, e com Walter Mondale (derrotado por Ronald Reagan), em 1984.
A também pré-candidata democrata à Presidência dos EUA Hillary Clinton afirmou nesta terça-feira que está aberta a propostas para ser vice e seus colaboradores iniciaram uma campanha de lobby para que isso aconteça.
O comitê de Obama, por outro lado, deixa as opções em aberto. "É muito cedo para falar disso", disse o estrategista David Axelrod, após afirmar considerar Hillary uma pessoa "incrivelmente formidável".
Veja lista de prováveis vice-presidentes de Barack Obama:
| 31.jan.2007 - Susan Walsh/AP |
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| Os senadores Joseph Biden (à esq.) e Barack Obama participam de sessão sobre o Iraque |
Joseph Biden, 65
Senador por Delaware, presidente do Comitê de Relações Internacionais do Senado, é respeitado em questões de política externa e daria a Obama mais autoridade no assunto. Mas Obama pode não querer se unir a um outro senador e poderia estar procurando outro político mais novo para reforçar o ar de mudança de sua proposta eleitoral.
Wesley Clark, 63
General do Exército reformado e ex-comandante da OTAN, que concorreu sem sucesso pela nomeação democrata em 2004. Clark declarou apoio a Hillary Clinton durante a campanha e poderia ajudar nos comícios do partido e a providenciar mais credibilidade em assuntos de segurança nacional. No entanto, ele não fez uma boa campanha em 2004 e não geraria muito entusiasmo entre ativistas do partido.
Hillary Clinton, 60
| John Sommers /Reuters |
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| Wesley Clark faz discurso durante campanha de 2004 no Tennesee |
Pesquisas mostraram forte apoio dos democratas à chamada "chapa dos sonhos", com Obama e Hillary, a sua maior rival pela nomeação do partido. Obama não descartou a possibilidade, o que poderia ajudar a unificar o partido após uma dura luta nas primárias entre os dois candidatos. Mas a senadora por Nova York e ex-primeira-dama poderia trazer complicações para Obama, inclusive o retorno do ex-presidente Bill Clinton para a Casa Branca. Mas a chapa conjunta poderia ajudar a atrair os eleitores de Hillary --inclusive as mulheres e os trabalhadores brancos-- que tem relutado em apoiar Obama.
Chris Dodd, 64
Senador por Connecticut, fala fluentemente espanhol e é especialista em questões latino-americanas. É presidente do Comitê Bancário do Senado e ex-candidato à nomeação democrata. Após desistir da disputa, ele anunciou seu apoio a Obama. Dodd ajudaria a melhorar as credenciais de Obama em política externa e economia.
Chuck Hagel, 61
O senador republicano de Nebraska, um conservador veterano da Guerra do Vietnã, mas declarado crítico da Guerra do Iraque, ajudaria Obama a conquistar o voto dos independentes e republicanos e a reforçar a sua proposta de fazer um governo de união nacional.
Tim Kaine, 50
O governador de Virgínia é um dos mais recentes e fortes aliados de Obama e poderia ajudá-lo em um Estado que se mostrou predominantemente republicano nas últimas eleições presidenciais, mas tem se tornado democrata nos últimos anos.
| Shayna Brennan/AP |
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| Sam Nunn, presidente do Comitê de Serviços Armados da Geórgia |
Sam Nunn, 69
Ex-presidente do Comitê de Serviços Armados da Geórgia, Nunn é respeitado em questões militares e de política externa, mas sua idade e visão conservadora de algumas questões sociais poderiam prejudicar a sua relação com Obama.
Ed Rendell, 64
O governador da Pensilvânia é um dos colaboradores mais fortes da campanha de Hillary e poderia ajudar Obama a conquistar apoio no Estado, que é considerado um Estado-chave para as eleições gerais. Ex-prefeito da Filadélfia, Rendell tem a experiência em administração pública contribuiria para um suposto governo de Obama.
Bill Richardson, 60
Governador do Novo México, um hispânico, poderia ajudar Obama com o voto dos latinos --o mais crescente seguimento do eleitorado norte americano. Um experiente negociador, ex-secretário de Energia e embaixador da ONU, também levaria experiência em política externa e conhecimento de como Washington funciona para a chapa de Obama.
| 21.mar.2008 - Alex Brandon/AP |
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| Bill Richardson (à dir.), governador do Novo México, anuncia apoio a Obama, em Oregon |
Kathleen Sebelius, 60
A duas vezes governadora do Kansas poderia levar alguns elementos vitais pra a chapa. Primeiramente, ela é uma mulher, líder em um Estado de maioria republicana, que freqüentemente mostra que pode trabalhar as linhas partidárias. Mas Sebelius não tem experiência no cenário nacional.
Ted Strickland, 66
O governador de Ohio é outro forte colaborador de Hillary, líder em um Estado importante para as eleições gerais. Porém, o ex-congressista e atual governador não é bem conhecido no cenário nacional.
Jim Webb, 62
Senador por Virgínia, veterano da Guerra do Vietnã e ex-secretário da Marinha, escreveu sete romances, inclusive "Fields of Fire" ("Campos de Fogo", em tradução livre), considerado um dos melhores romances sobre a Guerra do Vietnã. Webb poderia ajudar Obama no Estado pelo qual foi eleito senador, que se tornou mais democrata nos últimos anos.
Com Reuters
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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