Mundo
04/06/2008 - 16h00

Avó de Barack Obama comemora no Quênia a vitória do neto

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da France Presse, em Kogelo

Uma multidão se reuniu nesta quarta-feira diante da casa de Sarah Obama, no oeste do Quênia, para comemorar a vitória de seu neto, o senador por Illinois Barack Obama, 46, na disputa pela indicação democrata para as eleições presidenciais nos Estados Unidos.

Em Kisumu, principal cidade do oeste do Quênia, dezenas de pessoas acompanharam pela televisão a transmissão do discurso de Obama em Saint Paul (Minnesota), quando ele se declarou candidato do Partido Democrata na noite de terça-feira.

"Fiquei encantada ao saber que ele teve uma grande vitória", afirmou Sarah Obama a jornalistas.

"Estou muito feliz e continuo rezando por seu êxito no futuro", acrescentou.

"Obama enche de orgulho nossa comunidade e nosso país. Nós estamos muito contentes. Sabemos que ele vai vencer", declarou Pascal Onyango, um comerciante de Kisumu.

Obama se proclamou o candidato democrata na corrida após obter os 2.118 delegados necessários para garantir a nomeação. No entanto, sua rival, Hillary Clinton, não desistiu.

A decisão oficial sobre o candidato que enfrentará o republicano John McCain em 4 de novembro será tomada na Convenção Democrata em Denver (Colorado), de 25 a 28 de agosto.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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