Mundo
10/06/2008 - 13h54

Partido Democrata tem arrecadação recorde

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da France Presse, em Washington

O Partido Democrata arrecadou US$ 247 milhões (R$ 405,5 milhões) entre 1º de janeiro de 2007 e 30 de abril de 2008, um valor recorde que pode ajudar significativamente a campanha presidencial do provável candidato Barack Obama.

Segundo informações da Comissão Eleitoral Federal, os democratas arrecadaram 24% a mais do que a quantia referente ao mesmo período de 2006/2007 e 45% mais do que a soma conseguida no mesmo período de 2003/2004, quando ocorreram as últimas eleições presidenciais.

O Partido Republicano arrecadou mais no mesmo período, mas suas somas totais estão diminuindo com o passar do tempo. Ainda segundo dados da Comissão, o partido do atual presidente George W. Bush arrecadou US$ 260,4 milhões entre janeiro de 2007 e abril de 2008 --11% a menos do que no período de janeiro de 2006 a abril de 2007 e 19% a menos que no mesmo período em 2004, ano de reeleição de Bush.

Parte do dinheiro arrecadado pelos partidos pode ser usado para financiar a campanha presidencial de seus candidatos e também a disputa eleitoral pelos cargos legislativos no Congresso e na Casa dos Representantes (Câmara dos deputados).

Os prováveis candidatos à Presidência dos EUA realizam suas próprias campanhas de arrecadação. O democrata Barack Obama constantemente bate recordes, o que lhe rendeu o título de "máquina de arrecadação". Para isso, ele conta com uma lista enorme de colaboradores pela internet, a maioria doando valores inferiores a U$ 200 (R$ 328) --como o máximo permitido por lei é de US$ 2.300 (R$ 3.766), a campanha de Obama espera contar com novas doações destes mesmos colaboradores para impulsionar a arrecadação nesta nova fase.

Segundo a Comissão, Obama arrecadou US$ 265,4 milhões (R$ 435,7 milhões) até abril. Já seu rival, John McCain, arrecadou apenas US$ 90,5 milhões (R$ 148,6 milhões) até o mesmo mês.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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