Campanha de Obama planeja evento de arrecadação na China
Colaboração para a Folha Online
O provável candidato democrata à Casa Branca Barack Obama ficou conhecido como a "máquina de arrecadação" de verbas da campanha presidencial deste ano, constantemente quebrando recordes de dinheiro e de número de doadores. E para aumentar seu cofre para as eleições gerais, sua equipe de campanha planeja realizar eventos na China.
Segundo o jornal "The Washington Post", a equipe do senador organiza dois eventos de arrecadação de verbas na próxima semana no país. Obama, com pouco tempo a perder na campanha pelos Estados cruciais para as eleições, não comparecerá pessoalmente aos eventos.
No seu lugar, Ivo Daalder e Phil Gordon, dois conselheiros de política externa de Obama falarão aos convidados para uma recepção na casa de David Brooks, executivo da Coca Cola, em Pequim, no dia 17 de junho.
Dois dias depois, Daalder e Gordon falarão em outro evento, desta vez na casa de Ted Hornbein, executivo da Richco, que produz componentes eletrônicos para celulares.
Os eventos são organizados para os norte-americanos que vivem no país. As leis eleitorais norte-americanas não proíbem eventos de arrecadação em outros países, desde que os doadores sejam cidadãos norte-americanos.
Nesta campanha, que muitos apostam será a primeira campanha presidencial de US$ 1 bilhão, os eventos internacionais foram comuns. O provável candidato republicano John McCain, lembra o "Post", realizou um almoço de arrecadação em 20 de março, na Casa Spencer --a casa neoclássica construída por um ancestral da princesa Diana. O evento foi organizado pelo Lord Rothschild.
Mas mesmo nas arrecadações em terras internacionais, Obama é quem lidera. Segundo dados da Comissão Eleitoral Federal, o senador democrata juntou pelo menos US$ 1,6 milhão (R$ milhões) em outros países. Já McCain conseguiu apenas US$ 196 mil (R$ mil).
Ainda segundo o "Post", as contribuições de McCain vêm majoritariamente de Londres (Inglaterra), já as de Obama dividem-se em locais como Cabul (Afeganistão), Dubai (Emirados Árabes Unidos), Palermo (Itália) e Sydney (Austrália).
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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