Mundo
12/06/2008 - 12h29

Líder líbio chama Obama de "negro com complexo de inferioridade"

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colaboração para a Folha Online

O líder da Líbia, Muammar Gadaffi, afirmou que o provável candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, "é um negro com complexo de inferioridade" e deverá "comportar-se pior que os brancos" caso se torne presidente dos EUA", segundo o "Guardian".

Veja a íntegra em inglês da reportagem no site do "Guardian".

De acordo com o editor do jornal, Ian Black, Gadaffi "reforçou sua reputação de quem dá declarações polêmicas" ao reagir à promessa de Obama de manter o apoio dos EUA a Israel.

Para o líder líbio, Obama deveria destinar à África o dinheiro alocado a Israel e construir uma represa no rio Congo que suprisse a demanda de energia elétrica de todo o continente.

"O anúncio de Obama de que uma Jerusalém unificada deveria ser a capital eterna de Israel, e de que ele apoiará isso com 30 bilhões de dólares [cerca de R$ 49 bilhões] nos próximos dez anos, decepcionou esperanças nossas e dos africanos", disse ainda Gadaffi.

"As declarações do nosso irmão queniano de nacionalidade americana sobre Jerusalém mostra que ele ignora a política internacional e não estudou o conflito no Oriente Médio, ou que se trata de uma mentira de campanha."

"Tememos que Obama, por ser um negro com complexo de inferioridade, aja pior ainda que os brancos. Nós lhe pedimos que tenha orgulho de si mesmo como negro, e que sinta que toda a África o apóia", disse Gadaffi.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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