Mundo
12/06/2008 - 14h57

McCain faz sucesso no Youtube com gafe sobre veto a cervejas

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da Folha Online

O provável candidato republicano à Casa Branca John McCain atraiu milhares de internautas no Youtube com um vídeo de seu discurso no qual promete vetar toda "cerveja" dos democratas. A confusão foi com a palavra "bill", projeto de lei, em inglês, e "beer", cerveja.

"Eu usarei o veto quando necessário. Vetarei cada cerveja, lei, com projetos de interesse pessoal", disse o senador por Arizona, ao discursar sobre a redução dos impostos para as empresas e trabalhadores de classe média durante a reunião da Cúpula Nacional dos Pequenos Negócios, informou a rede CNN.

Veja o vídeo no Youtube

McCain pedia aos republicanos que "retomassem" seu nome "como controladores de gastos" e se distinguissem dos democratas "gastadores a quem se opunham antes", o que, diante da liderança democrata no Congresso, é possível através do veto presidencial.

Após a gafe, McCain continuou seu pronunciamento sobre economia, tema que foi foco da primeira semana de campanha presidencial.

Guerra do Iraque

Embora tenha discursado sobre suas propostas de redução de impostos e de salários dos executivos, McCain chamou a atenção nesta quarta-feira por um comentário sobre a Guerra do Iraque.

Ele afirmou que "não é tão importante" saber quando os soldados norte-americanos serão retirados do Iraque, durante uma entrevista concedida à emissora de televisão NBC.

McCain também afirmou que a violência no Iraque diminuiu após o envio de 30 mil novos soldados ao país no ano passado. A maioria dos integrantes do último contingente já voltou para os EUA.

Ao ser questionado se possuía uma estimativa mais concreta de quando todas as tropas seriam retiradas do Iraque, ele respondeu: "Não, isso não é tão importante".

"Americanos estão na Coréia do Sul. Americanos estão no Japão. Soldados americanos estão na Alemanha. E tudo está bem. Nós seremos capazes de nos retirar", acrescentou o senador republicano.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
13 opiniões
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