Mundo
13/06/2008 - 08h47

Empresa usa imagem de Obama e McCain em nova linha de camisinhas

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Colaboração para a Folha Online

Acostumados a ver seus rostos estampados em camisetas, broches e adesivos, os prováveis candidatos à Casa Branca agora estão empados também em camisinhas.

A Practice Safe Policy lançou uma série de preservativos com os rostos e as temáticas de campanha do democrata Barack Obama e do republicano
John McCain.

Reprodução
Camisinha do Barack Obama - http://obamacondoms.com/

O objetivo, segunda a empresa, é ressaltar as semelhanças entre sexo e política e divulgar a mensagem de que devemos fazer "política segura", assim como se faz sexo seguro com o uso dos preservativos.

O par de camisinhas --"itens de colecionador"-- custa US$ 9,95 (R$ 16) e é vendido pela internet, através do site da empresa.

O fabricante aproveitou os temas --e críticas-- comuns às campanhas dos senadores para fazer os slogans dos preservativos.

Assim, a camisinha com o rosto de Obama questiona: "Quem precisa de experiência?", em uma referência à critica republicana sobre o fato do democrata ser um novato no senado.

Reprodução
Camisinha do John McCain - http://mccaincondoms.com/

Lembrando a temática central da campanha de Obama, o anúncio afirma que "o crescimento econômico está flácido, mas agora há as camisinhas de Obama, para uma mudança na qual você pode acreditar".

Já o site da camisinha de McCain, 71, afirma que é "velha, mas dentro do prazo de validade". O anúncio continua, dizendo para os interessados darem para "suas tropas a proteção que elas merecem", em uma referência a postura favorável do republicano à Guerra do Iraque.

Segundo o fabricante, o produto agrada todos os republicanos, "dos mais liberais até os mais conservadores".

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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