Obama ironiza esforço de McCain para conquistar eleitorado feminino
da France Presse, em Washington
O provável candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta segunda-feira que seu adversário republicano, John McCain, esteve "do lado errado" em praticamente todos os principais assuntos envolvendo as eleitoras norte-americanas.
Tanto Obama quanto McCain tentam conquistar o voto das mulheres que apoiavam Hillary Clinton, sem candidato desde que a ex-primeira-dama saiu da corrida pela indicação democrata.
O senador por Illinois lançou um alerta às eleitoras, lembrando que seu oponente costuma defender posições "equivocadas" em "quase todos os temas importantes para as mulheres".
"Vocês sabem, ele é a favor dos juízes que reverteriam a legalização do aborto, se opôs à paridade salarial e ao CHIP (programa de saúde pública) para as crianças, além de ser contra os esforços para proteger as mulheres contra certos tipos de discriminação no local de trabalho", declarou Obama à rede de televisão ABC.
Em relação às investidas de seu adversário para conquistar o eleitorado feminino, Obama disse acreditar "que John McCain terá alguns problemas com isso".
O senador pelo Arizona tenta conquistar os votos das "órfãs" de Hillary realizando reuniões em prefeituras com eleitores democratas e independentes.
Uma de suas mais destacadas partidárias, a ex-diretora executiva da Hewlett-Packard Carly Fiorina, viu sua participação na campanha republicana aumentar de tamanho e importância, em mais uma tentativa da equipe de McCain de atrair as eleitoras em Estados-chave.
Apesar de tantos esforços, uma pesquisa da NBC e do Wall Street Journal revelou que 52% das mulheres pretendem votar em Obama, contra 33% que estão a favor de McCain. A diferença é ainda maior entre as eleitoras que apoiavam a candidatura de Hillary Clinton: 61% delas votarão em Obama, enquanto apenas 19% apoiarão McCain.
Além disso, McCain passou a segunda-feira tentando sair de uma saia justa, causada por suas relações com o magnata do petróleo texano Clayton Williams, que em 1990 afirmou que mulheres vítimas de estupro deveriam "relaxar e aproveitar".
Na semana passada, o comitê de campanha republicano cancelou um evento de arrecadação de fundos que contaria com a presença do polêmico Williams.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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