Obama aumenta para seis pontos sua liderança, indica pesquisa
da Folha Online
O provável candidato democrata Barack Obama tem uma vantagem de seis pontos percentuais sobre o seu rival republicano John McCain segundo pesquisa publicada nesta terça-feira pelo jornal norte-americano "The Washington Post".
A pesquisa, realizada em parceria do jornal com a rede de televisão ABC, dá a Obama 48% das intenções de voto entre os entrevistados contra 42% de McCain. No sábado, uma pesquisa do instituto Gallup dava a Obama uma liderança de três pontos percentuais.
Entre os eleitores registrados para votar nas eleições de 4 de novembro, a margem diminui --49% apóiam Obama e 45% preferem McCain.
Segundo o "Post", essa é a mesma margem que o candidato democrata de 2004, John Kerry, tinha sobre o presidente reeleito, George W. Bush.
Esta é a primeira pesquisa realizada por essas duas organizações desde que Obama ganhou o número de delegados necessários para garantir a nomeação, que será oficializada pela Convenção Nacional democrata, marcada entre 25 e 28 de agosto.
A pesquisa também mostrou que 63% dos entrevistados têm uma opinião favorável sobre Obama e 33% possuem impressão negativa em relação ao senador por Illinois.
O cenário não é tão positivo para McCain que é visto por 56% dos eleitores de maneira positiva e por 39% de modo desfavorável.
Partido
A sondagem mostrou ainda uma percepção de McCain que pode prejudicá-lo diante das eleições presidenciais em novembro; 57% dos entrevistados acham que o senador manterá as mesmas políticas do presidente norte-americano. Um argumento comum da campanha democrata que McCain se esforça para combater.
A aprovação do governo Bush está em seu menor índice no histórico de pesquisas do instituto, 29%. Ao todo, 68% dos entrevistados desaprovam o trabalho do atual presidente republicano, o que pode resultar em uma votação em massa para o partido da oposição.
Para Obama, a pesquisa aponta que ainda há trabalho a fazer para garantir a tão esperada união partidária. Mesmo diante da saída oficial de Hillary Clinton da campanha e de seu endosso público à campanha do senador, menos de oito em cada dez democratas entrevistados apóiam Obama.
Um número alto, mas preocupante se comparado aos 90% dos republicanos que dizem apoiar McCain.
Quase um quarto dos que disseram apoiar a ex-pré-candidata Hillary na disputa pela nomeação disseram preferir McCain para as eleições gerais, número que não se alterou desde as pesquisas anteriores à saída de Hillary.
E enquanto o comitê de Obama elabora listas com possíveis candidatos a vice, a pesquisa mostrou que Hillary continua como a escolha mais eficaz entre os eleitores, 46% dos democratas e independentes que tendem aos democratas escolheram a ex-primeira-dama para formar a "chapa dos sonhos" com o senador.
A pesquisa foi realizada com 1.125 adultos, entre os dias 12 e 15 de junho. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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