Michelle Obama escreve carta de agradecimento a Laura Bush
Colaboração para a Folha Online
Michelle Obama, mulher do provável candidato presidencial democrata, Barack Obama, afirmou que se sentiu "tocada" pelo ato da primeira-dama Laura Bush em defendê-la de ataques republicanos e enviou uma carta de agradecimento a ela.
Os republicanos criticavam duramente Michelle por uma declaração proferida em fevereiro, quando afirmou que era a "primeira vez em sua vida adulta" que estava "orgulhosa" dos EUA.
Logo após, Michelle esclareceu os comentários, afirmando que sempre foi orgulhosa do país, mas estava particularmente orgulhosa de ver tanta gente envolvida em um processo político.
| Kiichiro Sato-13.jun.2008/AP |
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| Michelle Obama apresenta seu marido e provável candidato democrata em Ohio |
Em uma entrevista na semana passada para a rede ABC de televisão, Laura Bush afirmou acreditar que Michelle "provavelmente quis dizer 'Eu estou mais orgulhosa'".
Laura também disse que todos os comentários feitos durante uma campanha são observados "muito de perto" e, por isso, podem ser "entendidos de maneira errada".
Michelle afirmou, também para a ABC, que enviou uma carta à primeira-dama, agradecendo pelos comentários.
"Eu demorei um pouco para escrever [a carta]. Como eu a chamaria?", afirmou Michelle. "Eu disse 'querida senhora primeira-dama'", completou.
Michelle não revelou o conteúdo da carta e afirmou que Laura ainda não deve tê-la recebido.
"Eu fui tocada por isso [pela ação de Laura em defendê-la]", afirmou Michelle. "É isso o que eu gosto em Laura Bush. Simplesmente calma, com uma abordagem racional desses assuntos. Há um balanço. Há uma razão para as pessoas gostarem dela."
Em campanha em fevereiro, Michelle afirmou para o público em Milwaukee: "Pela primeira vez em minha vida adulta eu estou realmente orgulhosa do meu país. Não porque Barack [Obama] está bem [na disputa], mas porque eu acredito que as pessoas estão famintas por uma chance".
Cindy McCain, mulher do provável candidato republicano, John McCain comentou a declaração logo depois.
"Eu tenho, e sempre vou ter, orgulho do meu país", disse Cindy.
Com Associated Press
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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