Mundo
18/06/2008 - 15h35

Michelle Obama escreve carta de agradecimento a Laura Bush

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Colaboração para a Folha Online

Michelle Obama, mulher do provável candidato presidencial democrata, Barack Obama, afirmou que se sentiu "tocada" pelo ato da primeira-dama Laura Bush em defendê-la de ataques republicanos e enviou uma carta de agradecimento a ela.

Os republicanos criticavam duramente Michelle por uma declaração proferida em fevereiro, quando afirmou que era a "primeira vez em sua vida adulta" que estava "orgulhosa" dos EUA.
Logo após, Michelle esclareceu os comentários, afirmando que sempre foi orgulhosa do país, mas estava particularmente orgulhosa de ver tanta gente envolvida em um processo político.

Kiichiro Sato-13.jun.2008/AP
Michelle Obama apresenta seu marido e provável candidato democrata em Ohio
Michelle Obama apresenta seu marido e provável candidato democrata em Ohio

Em uma entrevista na semana passada para a rede ABC de televisão, Laura Bush afirmou acreditar que Michelle "provavelmente quis dizer 'Eu estou mais orgulhosa'".

Laura também disse que todos os comentários feitos durante uma campanha são observados "muito de perto" e, por isso, podem ser "entendidos de maneira errada".

Michelle afirmou, também para a ABC, que enviou uma carta à primeira-dama, agradecendo pelos comentários.

"Eu demorei um pouco para escrever [a carta]. Como eu a chamaria?", afirmou Michelle. "Eu disse 'querida senhora primeira-dama'", completou.

Michelle não revelou o conteúdo da carta e afirmou que Laura ainda não deve tê-la recebido.

"Eu fui tocada por isso [pela ação de Laura em defendê-la]", afirmou Michelle. "É isso o que eu gosto em Laura Bush. Simplesmente calma, com uma abordagem racional desses assuntos. Há um balanço. Há uma razão para as pessoas gostarem dela."

Em campanha em fevereiro, Michelle afirmou para o público em Milwaukee: "Pela primeira vez em minha vida adulta eu estou realmente orgulhosa do meu país. Não porque Barack [Obama] está bem [na disputa], mas porque eu acredito que as pessoas estão famintas por uma chance".

Cindy McCain, mulher do provável candidato republicano, John McCain comentou a declaração logo depois.

"Eu tenho, e sempre vou ter, orgulho do meu país", disse Cindy.

Com Associated Press

Comentários dos leitores
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 1 opinião
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Marcello Sokal (59) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (59) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
11 opiniões
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Denis Rossanez (5) 03/02/2009 13h35
Denis Rossanez (5) 03/02/2009 13h35
Como diz Alex Lima.
Com certeza o Bresil esta carente de homens como Barack Obama na política e parar de se importar com sua opnião, mas da população em geral e aplicar medidas realmente eficazes para melhorar o país.
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