Obama se reúne com sindicatos para conquistar voto dos operários
da Associated Press, em Washington
O provável candidato democrata Barack Obama reuniu-se nesta quinta-feira com líderes sindicalistas e afirmou que, caso seja eleito, buscará políticas econômicas que beneficiem os operários.
"A economia não está funcionando como deveria e este será o objetivo de uma Presidência Obama, assegurar um crescimento econômico seguro em vez destas ideologias cansadas, gastas que nós temos visto por tantos anos", disse Obama, diante de uma platéia com cerca de 40 líderes sindicais.
Obama está trabalhando para unir o movimento trabalhista no apoio a sua candidatura com uma série de encontros em Washington. O grupo foi um dos eleitorados fiéis a sua ex-rival Hillary Clinton durante as primárias democratas.
A AFL-CIO, uma congregação de vários sindicatos de trabalhadores que apoiaram outros candidatos, indicou depois de uma reunião privada nesta quarta-feira que deve apoiar Obama.
Obama ressaltou que os sindicatos serão um "ingrediente crítico" para restaurar a prosperidade econômica, mas também deixou claro que eles não serão os únicos atores do crescimento.
"Eu encontrarei com executivos de empresas em algum momento na próxima semana para ouvir deles o que eles pensam que nós precisamos para tornar a economia mais competitiva", disse.
"Mas eu quero que todo mundo entenda a razão pela qual nós quisemos organizar isso. É que se a nossa economia não está beneficiando as pessoas comuns, então não está cumprindo seu papel. De fato, a economia cresceu nos últimos anos para os grandes empresários", disse.
A economia transformou-se no tema central da campanha presidencial deste ano, desde que diferentes pesquisas de opinião mostraram que o assunto está no topo das preocupações dos eleitores norte-americanos, superando a Guerra do Iraque.
"O problema é que todos os benefícios foram para algumas poucas pessoas e a vasta maioria viu sua renda diminuir efetivamente ao mesmo tempo em que o preço de tudo, de combustível a comida subiu", disse Obama.
Leia mais
- Discurso pró-exploração de petróleo pode ajudar McCain na Flórida, diz pesquisa
- Obama recusa US$ 84 milhões do sistema de financiamento público
- Obama e McCain pedem para que poupem suas mulheres
- Obama muda discurso e diz que Nafta pode trazer benefícios
- Barack Obama diz que Bin Laden não deve ser um mártir
- Obama critica "velha" estratégia republicana do medo
Livraria da Folha
- Folha Explica o dólar e sua importância no mundo globalizado
- Livro da série "Folha Explica" aborda profissões do século 21
- "A Marcha" narra trilha de morte, destruição, saques e caos na Guerra de Secessão dos EUA
- Livro revela detalhes da participação dos EUA na ditadura militar no Brasil
Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
avalie fechar
avalie fechar
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
avalie fechar