Mundo
19/06/2008 - 14h37

Obama se reúne com sindicatos para conquistar voto dos operários

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da Associated Press, em Washington

O provável candidato democrata Barack Obama reuniu-se nesta quinta-feira com líderes sindicalistas e afirmou que, caso seja eleito, buscará políticas econômicas que beneficiem os operários.

"A economia não está funcionando como deveria e este será o objetivo de uma Presidência Obama, assegurar um crescimento econômico seguro em vez destas ideologias cansadas, gastas que nós temos visto por tantos anos", disse Obama, diante de uma platéia com cerca de 40 líderes sindicais.

Obama está trabalhando para unir o movimento trabalhista no apoio a sua candidatura com uma série de encontros em Washington. O grupo foi um dos eleitorados fiéis a sua ex-rival Hillary Clinton durante as primárias democratas.

A AFL-CIO, uma congregação de vários sindicatos de trabalhadores que apoiaram outros candidatos, indicou depois de uma reunião privada nesta quarta-feira que deve apoiar Obama.

Obama ressaltou que os sindicatos serão um "ingrediente crítico" para restaurar a prosperidade econômica, mas também deixou claro que eles não serão os únicos atores do crescimento.

"Eu encontrarei com executivos de empresas em algum momento na próxima semana para ouvir deles o que eles pensam que nós precisamos para tornar a economia mais competitiva", disse.

"Mas eu quero que todo mundo entenda a razão pela qual nós quisemos organizar isso. É que se a nossa economia não está beneficiando as pessoas comuns, então não está cumprindo seu papel. De fato, a economia cresceu nos últimos anos para os grandes empresários", disse.

A economia transformou-se no tema central da campanha presidencial deste ano, desde que diferentes pesquisas de opinião mostraram que o assunto está no topo das preocupações dos eleitores norte-americanos, superando a Guerra do Iraque.

"O problema é que todos os benefícios foram para algumas poucas pessoas e a vasta maioria viu sua renda diminuir efetivamente ao mesmo tempo em que o preço de tudo, de combustível a comida subiu", disse Obama.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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