Bush faz campanha para McCain em jantar anual de arrecadação
colaboração para a Folha Online
George W. Bush demonstrou publicamente seu apoio ao senador e provável candidato republicano à Casa Branca, John McCain, em seu último jantar anual de arrecadação de fundos enquanto presidente, segundo a versão digital do "USA Today".
Bush afirmou que McCain é o único candidato da disputa que pode enfrentar decisões duras sem "entrar em pânico".
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"A América precisa de um presidente que já foi testado e não irá entrar em pânico", afirmou Bush para cerca de 3.400 pessoas.
"Nós precisamos de um presidente que tenha a experiência e o julgamento para fazer o que é certo, até mesmo quando isso não é fácil. (...) Nós precisamos de um presidente que sabe o que é derrotar nossos inimigos e, neste ano, só há um homem que pode demonstrar qualidades de liderança, e esse homem é John McCain", acrescentou o presidente.
No evento, que ocorreu no Centro de Convenções de Washington, Bush não mencionou o nome do rival de McCain nas eleições, Barack Obama, mas criticou a campanha do democrata e ironizou os temas "mudança" e "esperança", utilizados pelo senador de Illinois.
"O outro lado fala muito de esperança e isso mostra muito bem a sua política para o Iraque. Eles querem retirar as tropas do Iraque e têm esperança que nada de ruim aconteça. Mas apenas desejar não é uma maneira de enfrentar a guerra", disse Bush
Guantánamo
Bush aproveitou a chance para criticar a decisão da Suprema Corte em permitir que os detentos da prisão norte-americana de Guantánamo, em Cuba, possam submeter os seus processos a cortes civis.
Obama afirmou concordar com a decisão do Judiciário, mas McCain apoiou Bush e afirmou que "essa foi uma das piores decisões na história do país".
"Com essa decisão, os terroristas agora desfrutam de certos direitos civis anteriormente reservados para cidadãos americanos", afirmou Bush, acrescentando que a melhor maneira de modificar a lei atual é "colocar republicanos no Senado e John McCain na Casa Branca".
O presidente conseguiu arrecadar US$ 21,5 milhões (R$ 34,5 milhões) para a Casa Republicana e para os candidatos ao Senado, um valor que ultrapassa facilmente o arrecadado no ano passado, mas apresenta uma redução em relação ao obtido em outros anos.
O objetivo de Bush é ajudar o partido a ganhar mais cadeiras no Congresso, onde os democratas possuem 37 assentos a mais.
A porcentagem de aprovação de Bush se mantém negativa em seu país. Segundo uma pesquisa realizada pela agência Associated Press e pelo Ipsos entre os dias 12 e 16 de junho, apenas 29% dos americanos disseram aprovar o presidente.
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Especial




Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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