Mundo
21/06/2008 - 15h49

Campanha presidencial de Hillary Clinton deve US$ 22,5 milhões

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da Efe, em Washington

As aspirações à Casa Branca custaram caro à ex-primeira-dama americana Hillary Clinton, cuja campanha tem dívidas no valor de US$ 22,5 milhões (R$ 36 milhões) segundo o relatório do comitê eleitoral referente a maio apresentado à Comissão Federal Eleitoral (FEC, em inglês).

Deste valor, US$ 12,2 milhões (R$ 19,5 milhões) --mais da metade-- é dinheiro que a senadora tirou do próprio bolso, acrescenta o relatório divulgado na noite da última sexta-feira (20).

7.jun.2008/Joshua Roberts/Reuters
Hillary Clinton em Washington, onde declarou apoio ao senador Barack Obama
Hillary Clinton em Washington, onde declarou apoio ao senador Barack Obama

Hillary abandonou a corrida pela candidatura do Partido Democrata à Presidência dos Estados Unidos no dia 7, e, quando todas as entradas e saídas do início do mês forem computadas, os números vermelhos de sua campanha provavelmente serão maiores.

A senadora tenta agora convencer os doadores a fornecerem dinheiro para saldar a dívida e disse que pagará primeiro aos provedores e assessores, antes de recuperar seus próprios fundos.

Por outro lado, a campanha do senador Barack Obama, provável candidato democrata, arrecadou US$ 22 milhões em maio (R$ 35,2 milhões), ficando com saldo positivo de US$ 43 milhões (R$ 68,9 milhões), segundo o relatório apresentado à FEC.

Obama foi o candidato que mais arrecadou dinheiro durante as primárias, graças a uma série de doações de pequenos valores realizadas pela internet.

No entanto, também foi o que mais gastou, e atualmente seus fundos não são muito superiores aos do seu adversário, o candidato do Partido Republicano, John McCain.

McCain arrecadou US$ 21 milhões (R$ 33,6 milhões) em maio, o que eleva seus recursos para US$ 31,6 milhões (R$ 50,6 milhões).

O senador pelo Arizona optou por receber financiamento federal para sua campanha, o que limitará sua despesa em cerca de US$ 85 milhões (R$ 136,2 milhões) entre setembro e o dia da eleição, 4 de novembro.

Obama rejeitou financiamento público, confiante em sua capacidade para arrecadar dinheiro, e não terá nenhuma restrição em seu nível de despesa.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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