Ainda sem nomeação, Obama já "planeja" visita como presidente
da Folha Online
Mesmo ainda sem a nomeação definitiva do Partido Democrata, o provável candidato presidencial pela legenda, Barack Obama, já faz planos para quando for presidente dos Estados Unidos.
Ele se reuniu neste sábado com o prefeito de Lima, Luis Castañeda, e comentou que espera visitar a capital peruana quando for presidente dos Estados Unidos, informou hoje uma nota oficial.
Obama e Castañeda se reuniram na cidade de Miami, onde ambos participaram do Fórum de Prefeitos do Hemisfério.
O provável candidato presidencial americano falou sobre seu desejo de aprofundar as relações com o Peru e os demais países da América Latina. Destacou que este vínculo não deve corresponder apenas à visão dos EUA.
Ainda hoje, no mesmo evento, Obama abriu um novo front de discussão na disputa eleitoral contra John McCain, provável candidato republicano à Casa Branca. A campanha de McCain respondeu, segundo a Associated Press, dizendo que o democrata fez um típico ataque eleitoral.
Obama --que abriu 15 pontos de vantagem em relação a McCain segundo pesquisa da revista "Newsweek"-- criticou McCain por se opor a gastos federais com programas de prevenção de efeitos de inundações e de contenção.
"Eu estou certo de que eles apreciaram este sentimento, mas provavelmente apreciariam ainda mais se o senador McCain não tivesse se oposto a programas de controle de inundações", afirmou Obama, que primeiro fez alusão à solidariedade que ele e McCain prestaram aos atingidos na região.
Ambos os candidatos visitaram as áreas inundadas nas duas últimas semanas, desde que tornados e chuvas fortes causaram estragos, inclusive a morte de ao menos 24 pessoas, a maioria delas no Estado de Iowa.
O projeto ao qual Obama se referiu previa um gasto de US$ 23 bilhões (R$ 36,8 bilhões) em projetos relacionados ao controle de águas. O texto passou pelo Congresso, mas recebeu o veto do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. A Casa votou por reapresentar o projeto.
Reuters, Associated Press e Efe
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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