Mundo
21/06/2008 - 23h44

Ainda sem nomeação, Obama já "planeja" visita como presidente

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da Folha Online

Mesmo ainda sem a nomeação definitiva do Partido Democrata, o provável candidato presidencial pela legenda, Barack Obama, já faz planos para quando for presidente dos Estados Unidos.

Ele se reuniu neste sábado com o prefeito de Lima, Luis Castañeda, e comentou que espera visitar a capital peruana quando for presidente dos Estados Unidos, informou hoje uma nota oficial.

Obama e Castañeda se reuniram na cidade de Miami, onde ambos participaram do Fórum de Prefeitos do Hemisfério.

O provável candidato presidencial americano falou sobre seu desejo de aprofundar as relações com o Peru e os demais países da América Latina. Destacou que este vínculo não deve corresponder apenas à visão dos EUA.

Ainda hoje, no mesmo evento, Obama abriu um novo front de discussão na disputa eleitoral contra John McCain, provável candidato republicano à Casa Branca. A campanha de McCain respondeu, segundo a Associated Press, dizendo que o democrata fez um típico ataque eleitoral.

Obama --que abriu 15 pontos de vantagem em relação a McCain segundo pesquisa da revista "Newsweek"-- criticou McCain por se opor a gastos federais com programas de prevenção de efeitos de inundações e de contenção.

"Eu estou certo de que eles apreciaram este sentimento, mas provavelmente apreciariam ainda mais se o senador McCain não tivesse se oposto a programas de controle de inundações", afirmou Obama, que primeiro fez alusão à solidariedade que ele e McCain prestaram aos atingidos na região.

Ambos os candidatos visitaram as áreas inundadas nas duas últimas semanas, desde que tornados e chuvas fortes causaram estragos, inclusive a morte de ao menos 24 pessoas, a maioria delas no Estado de Iowa.

O projeto ao qual Obama se referiu previa um gasto de US$ 23 bilhões (R$ 36,8 bilhões) em projetos relacionados ao controle de águas. O texto passou pelo Congresso, mas recebeu o veto do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. A Casa votou por reapresentar o projeto.

Reuters, Associated Press e Efe

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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