Mundo
22/06/2008 - 13h58

Investimento em fundo que tem Petrobras como carro-chefe cria problema para McCain

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da Folha Online

O provável candidato republicano à Presidência dos EUA, John McCain, mantinha dinheiro investido em empresas que atuam no Irã até o início deste mês, apesar de suas propostas para a segurança nacional se basearem em um discurso duro contra aquele país. Um dos fundos que contavam com aplicações do senador tem a Petrobras como carro-chefe, informa o jornalista Sérgio Dávila em reportagem publicada neste domingo na Folha de S. Paulo (íntegra disponível apenas para assinantes da Folha e do UOL).

Segundo a reportagem, os investimentos de McCain fazem parte do relatório de bens do senador de 2006 e tornado público por uma ONG que mapeia o dinheiro na política americana.

Os investimentos do senador --que podem variar entre US$ 315 mil e US$ 650 mil-- estavam em três fundos mútuos do JP Morgan destinados aos filhos dele com Cindy McCain.

Os maiores investimentos, segundo a reportagem de Dávila, são em uma empresa petrolífera com atuação no Irã. No caso da Petrobras, o fundo em questão é o Emerging Markets Equity Fund, especializado em empresas dos chamados mercados emergentes.

Nem a assessoria do candidato nem o escritório da Petrobras no Rio de Janeiro responderam aos questionamentos da reportagem da Folha. McCain defende uma legislação mais dura para empresas e pessoas físicas que tenham negócios com o Irã.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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