Mundo
22/06/2008 - 23h05

Após desistência, Hillary Clinton volta às atividades no Senado

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da France Presse, em Washington

A senadora por Nova York Hillary Clinton deve retomar suas atividades no Senado na próxima terça-feira (24), três semanas depois da derrota na corrida pela indicação democrata às presidenciais americanas, anunciou neste domingo o porta-voz Philippe Reines.

"Hillary Clinton estará no Capitólio na terça-feira", diz uma nota.

A senadora por Nova York, assim como o provável candidato democrata à Presidência Barack Obama, senador por Illinois, e o provável candidato republicano John McCain, senador por Arizona, várias vezes compareceram ao Senado durante a campanha, para votar assuntos importantes.

O retorno de Hillary ao Senado coincide com um debate sobre a crise do crédito imobiliário, com um projeto de lei ameaçado de veto pelo governo Bush.

A ex-primeira-dama renunciou oficialmente a sua candidatura em 7 de junho e pediu aos simpatizantes que trabalhem duro para levar Obama à Presidência dos Estados Unidos em novembro.

No mesmo dia, Obama assinalou sua vontade de fazer campanha junto com Hillary, afirmando que a senadora por Nova York teria um valor inestimável nos esforços para conquistar a Casa Branca.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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