Mundo
23/06/2008 - 09h38

McCain deve propor prêmio para bateria que reduza dependência do petróleo

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da Folha Online

O provável candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, buscando meios para enfrentar os problemas de energia do país, deverá propor um prêmio de US$ 300 milhões para qualquer um que desenvolva uma bateria de automóvel que seja superior à tecnologia existente.

No discurso que ele deverá fazer nesta segunda-feira na Fresno State University, na Califórnia, o republicano também deverá propor multas pesadas para fabricantes de automóveis que não cumpram os padrões de eficiência de combustível e incentivos para o aumento do uso do álcool doméstico e estrangeiro.

"Na busca por alternativas ao petróleo, nosso governo esbanjou dinheiro suficiente subsidiando interesses especiais e recompensando os fracassos", afirma McCain em declarações preparadas para fazer no discurso desta segunda. "De agora em diante, nós iremos encorajar os esforços heróicos em engenharia e iremos recompensar os maiores sucessos", afirma.

Ontem, o provável candidato democrata, Barack Obama, propôs novas medidas para enfrentar a especulação no mercado de energia, que tem sido apontada por alguns como a culpada pela alta dos preços do petróleo.

O plano foi anunciado depois que a gasolina se tornou uma das principais preocupações para a economia e para os consumidores dos Estados Unidos e se tornou um dos tópicos de discussão na disputa Obama e McCain.

Entre outras medidas, o plano exige que os futuros do setor de energia dos Estados Unidos fossem negociados em bolsas com regulação, informou a campanha de Obama em comunicado.

A campanha também informou que Obama apóia mudanças na lei para fazer a Comissão de Mercado Futuro de Commodity, a maior instância reguladora deste tipo de mercado nos EUA, estudar propostas como o aumento das margens no mercado.

Obama também quer ver mais transparência e supervisão de investidores institucionais no mercado de commodities, segundo o informe.

"Eu acho que todo mundo acredita que há muita especulação no mercado de petróleo", disse o governador de Nova Jersey, Jon Corzine, aliado de Obama que anunciou as propostas em teleconferência com jornalistas.

Obama disse na última semana que estava preocupado sobre irregularidades no mercado de petróleo.

Com agências internacionais

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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