McCain quer país livre da dependência de petróleo estrangeiro até 2025
colaboração para a Folha Online
O provável candidato republicano à Casa Branca John McCain afirmou, em discurso nesta quarta-feira, que, se eleito presidente, colocará a nação no caminho da independência do petróleo estrangeiro, uma conquista que prevê para 2025.
A afirmação vem após mais de uma semana de discursos obre a questão energética, nos quais McCain pediu o fim da proibição da exploração das reservas petrolíferas na costa norte-americana e afirmou que vai mudar a frota de veículos federais para carros que usam fontes mais limpas de combustível.
Em discurso na Universidade de Nevada, McCain não deu detalhes sobre o quê considera independência do petróleo estrangeiro. Mas, segundo reportagem do jornal "Los Angeles Times", seus assessores de campanha revelaram depois que a idéia do senador é fazer com que o país não precise mais do petróleo estrangeiro como principal combustível.
Veja a íntegra da reportagem, em inglês
McCain também ressaltou seu plano de construir 45 reatores nucleares até 2030. O tema, como aponta o jornal, é de grande interesse dos eleitores de Nevada já que eles enfrentam dúvidas sobre o que fazer com o depósito de lixo radioativo na Montanha Yucca.
Muitos eleitores do Estado são contrários ao depósito utilizado pelas usinas nucleares na região do deserto, a pouco mais de 150 quilômetros do nordeste da famosa cidade de Las Vegas.
Evitando declarar uma opinião sobre o depósito de lixo nuclear no Estado, McCain disse que os moradores locais estavam conscientes da necessidade de "resolver problemas complexos de mover e guardar materiais que sempre precisam de cuidados de segurança".
No discurso em Las Vegas, McCain aproveitou para associar a questão energética ao tema da segurança nacional --um de seus pontos mais fortes na disputa pela Casa Branca. Ele disse que os norte-americanos não podem continuar a enriquecer seus "inimigos" com a compra de petróleo.
Grande parte do petróleo comparado pelos Estados Unidos vem das reservas do Oriente Médio, onde está também o Irã, considerado grande inimigo do país.
"Confiando no petróleo do Oriente Médio, nós não apenas damos riqueza aos patrocinadores do terror, como damos alvos de grande valor para os próprios terroristas", disse McCain.
"Em todo o mundo há refinarias, rotas de trânsito e terminais para o petróleo no qual confiamos. E os terroristas da al Qaeda sabem onde eles estão", completou.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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