Maior sindicato trabalhista dos EUA declara apoio a Obama
da Associated Press
O AFL-CIO, maior organização trabalhista dos Estados Unidos, afirmou nesta quinta-feira que apoia o provável candidato democrata Barack Obama, colocando seus 10 milhões de operários sindicalizados no lado democrata. O grupo afirmou também que coloca à disposição de Obama todo seu maquinário político e parte de sua verba.
Como já esperado, todos líderes da AFL-CIO votaram a favor do endosso a Obama, liberando a organização e os outros 56 sindicatos afiliados a gastar parte de seu fundo de US$ 200 milhões (R$ 319,9 milhões) na campanha do senador por Illinois.
"Nós estamos orgulhosos de ficar ao lado do senador Barack Obama para ajudar a nossa nação a seguir um curso que melhorará a vida para as gerações de trabalhadores e seus filhos", disse John Sweeney, presidente da AFL-CIO.
O endosso é esperado por Obama desde que sua principal rival na corrida pela nomeação, Hillary Clinton, desistiu da corrida e apoiou Obama. Durante a disputa pela candidatura democrata, o voto dos operários sindicalizados ia em sua grande maioria para a senadora.
A AFL-CIO manteve-se neutra, mas permitiu que os sindicatos afiliados endossassem individualmente o pré-candidato de sua preferência. Cerca de doze delas apoiaram publicamente Hillary.
Com o endosso do grupo, Obama conquista mais uma das bases eleitorais da ex-rival e consolida sua candidatura democrata, promovendo a imagem de união partidária.
Gerald McEntee, presidente da Federação Americana dos Funcionários do Estado, Condado e Município, foi um dos maiores apoiadores de Hillary. Ele faz parte do comitê político da AFL-CIO.
"Nós daremos o nosso máximo por Barack Obama", disse McEntee. "Nosso programa será mobilizar trabalhador por trabalhador e vizinho por vizinho. Nós estamos prontos para mobilizar. Este país e nossa gente está pronta para mudança", completou.
A organização já fazia campanha contra o provável candidato republicano John McCain, mas agora começará a fazer campanha para promover a candidatura de Obama aos seus 10,5 milhões de membros e suas famílias e amigos.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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