Mundo
26/06/2008 - 18h16

Mais da metade dos eleitores de Hillary apóiam Obama, diz pesquisa

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colaboração para a Folha Online

O provável candidato democrata à Presidência dos EUA, Barack Obama, já conquistou mais da metade dos eleitores de sua ex-rival Hillary Clinton, segundo uma pesquisa Associated Press-Yahoo divulgada nesta quinta-feira.

Evan Vucci - 19.jul.06/AP
Os senadores democratas Hillary (à esq.) e Obama (à dir.) conversam em convenção
Os senadores democratas Hillary (à esq.) e Obama (à dir.) conversam em convenção

Segundo a pesquisa, 53% dos norte-americanos que votaram em Hillary durante as primárias agora apóiam a candidatura de Obama. O número representa uma melhora desde abril, quando o senador por Illinois possuía o apoio de 40% dos votantes de Hillary.

Mas Obama ainda tem muitos eleitores de Hillary para convencer. Mais de um em cinco eleitores (33%) que apoiaram a senadora nas primárias afirmam pretender votar no provável candidato republicano John McCain nas eleições gerais de novembro.

A pesquisa indica que os principais temores dos eleitores de Hillary são relativos à falta de experiência de Obama.

A pesquisa entrevistou 1.759 adultos, com uma margem de erro de 2,3 pontos percentuais.

União

Os dois democratas tem trabalhado junto para unir o partido. Hillary planeja apresentar Obama para seus grandes arrecadadores de fundos na noite desta quinta-feira, em Washington.

Os senadores voltarão a se reunir sexta-feira (27) será em Unity (unidade, em português) em razão do simbolismo do lugar, não somente pelo nome, mas porque cada pré-candidato recebeu exatamente 107 votos nas primárias de 8 de janeiro.

New Hampshire é um Estado crítico para as eleições gerais de novembro e, por isso, a mulher de Obama, Michelle, iniciou a campanha no Estado nesta quinta-feira, ao lado do ex-governador Jeanne Shaheen, que está concorrendo por uma vaga no Senado dos EUA.

O comitê de Obama também incentivou a realização de eventos conjuntos com seus eleitores e com os aliados de Hillary no próximo sábado (30). Cerca de 3.000 eventos estão planejados nos 50 Estados.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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