Mais da metade dos eleitores de Hillary apóiam Obama, diz pesquisa
colaboração para a Folha Online
O provável candidato democrata à Presidência dos EUA, Barack Obama, já conquistou mais da metade dos eleitores de sua ex-rival Hillary Clinton, segundo uma pesquisa Associated Press-Yahoo divulgada nesta quinta-feira.
| Evan Vucci - 19.jul.06/AP |
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| Os senadores democratas Hillary (à esq.) e Obama (à dir.) conversam em convenção |
Segundo a pesquisa, 53% dos norte-americanos que votaram em Hillary durante as primárias agora apóiam a candidatura de Obama. O número representa uma melhora desde abril, quando o senador por Illinois possuía o apoio de 40% dos votantes de Hillary.
Mas Obama ainda tem muitos eleitores de Hillary para convencer. Mais de um em cinco eleitores (33%) que apoiaram a senadora nas primárias afirmam pretender votar no provável candidato republicano John McCain nas eleições gerais de novembro.
A pesquisa indica que os principais temores dos eleitores de Hillary são relativos à falta de experiência de Obama.
A pesquisa entrevistou 1.759 adultos, com uma margem de erro de 2,3 pontos percentuais.
União
Os dois democratas tem trabalhado junto para unir o partido. Hillary planeja apresentar Obama para seus grandes arrecadadores de fundos na noite desta quinta-feira, em Washington.
Os senadores voltarão a se reunir sexta-feira (27) será em Unity (unidade, em português) em razão do simbolismo do lugar, não somente pelo nome, mas porque cada pré-candidato recebeu exatamente 107 votos nas primárias de 8 de janeiro.
New Hampshire é um Estado crítico para as eleições gerais de novembro e, por isso, a mulher de Obama, Michelle, iniciou a campanha no Estado nesta quinta-feira, ao lado do ex-governador Jeanne Shaheen, que está concorrendo por uma vaga no Senado dos EUA.
O comitê de Obama também incentivou a realização de eventos conjuntos com seus eleitores e com os aliados de Hillary no próximo sábado (30). Cerca de 3.000 eventos estão planejados nos 50 Estados.
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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