McCain diz que anunciará o vice de sua chapa "no momento certo"
colaboração para a Folha Online
O provável candidato republicano John McCain afirmou nesta sexta-feira que passa muito tempo trabalhando na escolha de um vice-presidente e que "não está muito longe" de tomar uma decisão. O republicano também disse que fará um pronunciamento sobre seu companheiro de chapa "no momento certo", em entrevista para jornalistas cedida em seu ônibus de campanha.
O senador pelo Arizona afirmou que sua escolha definitiva será alguém que compartilhe seus princípios, valores e objetivos, além de ser qualificado para substituí-lo como presidente quando necessário.
Espera-se que McCain defina seu vice antes da Convenção Nacional Republicana, que ocorrerá em setembro, em Minnesota. O provável candidato afirmou que ele não está necessariamente procurando por alguém que possa ajudá-lo a obter votos em um determinado Estado ou região.
"Presidente (Bill) Clinton e seu vice-presidente (Al) Gore demonstrara que esse fator não é tão importante quanto já foi um dia", disse McCain, referindo-se aos dois políticos do sul dos EUA que venceram duas eleições presidenciais nos anos 90.
McCain também afirmou que não é necessário esperar que seu rival democrata Barack Obama escolha o candidato a vice para então se decidir. "Eu não acho que isso deve nos guiar", acrescentou.
Favorito
Na última terça-feira, McCain afirmou em um evento de campanha, em Riverside (Califórnia), que está em uma corrida dura da qual não é o favorito.
"Nós estamos atrás, não somos os favoritos. Assim é que eu gosto de estar", disse McCain no evento para arrecadação de fundos.
Uma pesquisa Los Angeles Times/ Bloomberg divulgada na terça-feira (24) apontou que o provável candidato democrata Barack Obama possui uma vantagem de dois dígitos sobre McCain entre os eleitores registrados.
E a vantagem de Obama aumenta ainda mais quando os candidatos Ralph Nader (independente) e Bob Barr (do Partido Libertário) entram na disputa. Neste caso, o candidato democrata lidera por 15 pontos percentuais, com 48% das intenções de voto contra 33% de McCain.
A pesquisa entrevistou 1.115 eleitores registrados e foi realizada entre quinta (19) e segunda-feira (23). A margem de erro é de mais ou menos três pontos percentuais.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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