Mundo
28/06/2008 - 13h55

Obama visita soldados americanos feridos em hospital militar

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da Efe, em Washington

O provável candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, que acusa o atual governo americano de não se preocupar o suficiente com os militares veteranos, visitou neste sábado soldados feridos no hospital militar Walter Reed.

Obama, que não fez declarações à imprensa e não tinha incluído a visita em seu programa de atividades públicas, está em Washington para discursar ainda hoje perante a Associação de Funcionários Eleitos Latinos (Naleo), um influente grupo da comunidade hispânica.

Em ocasiões anteriores, o senador democrata denunciou que os veteranos recebem "tratamento de cidadãos de segunda classe" quando voltam do Iraque ou do Afeganistão e o país não faz o suficiente para apoiar as famílias desses militares.

No ano passado, o presidente George W. Bush recebeu duras críticas pelas condições nas quais os veteranos eram tratados no hospital Walter Reed.

Em discurso nesta sexta-feira, em um comício junto a ex-rival Hillary Clinton na simbólica cidade de Unity, em New Hampshire, Obama afirmou que os eleitores devem escolher se continuam gastando bilhões por mês e permitem que os Estados Unidos sigam no Iraque durante anos.

"Chegou o momento de reconstruir nossas Forças Armadas e cuidarmos de nossos veteranos", disse o senador por Illinois.

O provável candidato republicano, John McCain, afirma que tem mais experiência e conhecimento em questões militares. Foi piloto da Marinha e passou cerca de cinco anos prisioneiro no Vietnã.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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