Mundo
01/07/2008 - 14h11

Obama afirma ser contra proibição de casamento gay na Califórnia

Publicidade

da Ansa, em Washington

O provável candidato democrata à Presidência dos EUA, Barack Obama, afirmou se opor à proposta de emenda à Constituição da Califórnia para proibir o casamento gay. A medida será votada em referendo pelo Estado no mês de novembro.

Desse modo, Obama inseriu na campanha eleitoral um tema até então não abordado pelos candidatos e que poderá ser um dos principais pontos de divergência com o seu rival republicano, John McCain.

Em uma carta enviada à liderança de uma organização de gays e lésbicas, o democrata afirmou ser a favor da extensão "dos direitos e benefícios plenamente iguais aos casais do mesmo sexo, seja sob a lei estadual ou federal".

Por esse motivo, o senador por Illinois disse se opor "aos esforços discriminatórios e divisórios para criar emendas na Constituição da Califórnia, dos Estados Unidos ou de qualquer outro Estado".

Em 4 de novembro, simultaneamente às eleições para a Casa Branca e o Congresso, a Califórnia irá organizar um referendo sobre a proibição da união civil entre pessoas do mesmo sexo, que foi legalizada há algumas semanas pela Suprema Corte local.

McCain mostrou-se a favor do referendo, enquanto Obama até o momento não comentou a medida, afirmando que as escolhas são internas de cada Estado.

Os republicanos aproveitaram o posicionamento de Obama para acusá-lo de mudar suas opiniões com freqüência.

"Isso (opinião de Obama) depende onde você o encontra e a hora do dia... seja sobre financiamento público, debates em prefeituras e agora casamento gay", disse Rick Gorka, porta-voz de McCain.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
avalie fechar
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
avalie fechar
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
13 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (2849)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca