Mundo
02/07/2008 - 21h21

Saiba mais sobre os reféns das Farc resgatados na Colômbia

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da France Presse, em Bogotá

Os 15 reféns da guerrilha das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) resgatados nesta quarta-feira pelo Exército da Colômbia permaneceram entre cinco e dez anos em cativeiro. A operação foi realizada por militares disfarçados de trabalhadores humanitários.

Saiba mais sobre os reféns das Farc resgatados pelo Exército colombiano:

- Ingrid Betancourt: 46 anos, foi capturada em 23 de fevereiro de 2002 quando fazia campanha para a presidência colombiana no departamento de Caquetá (sul), pelo partido independente "Verde Oxígeno". Também possui nacionalidade francesa e liderava a lista de 40 reféns que as Farc propunham trocar por rebeldes presos.

- Thomas Howes, Marc Gonsalves e Keith Stansell: americanos que trabalhavam como funcionários terceirizados do departamento de Defesa de seu país e foram seqüestrados em 13 de fevereiro de 2003, quando realizavam uma uma operação contra as drogas no departamento de Caquetá. O avião em que estavam se acidentou por falha mecânica e caiu em área controlada por membros das Farc.

- José Ricardo Marulanda (segundo sargento do Exército), José Miguel Arteaga (primeiro cabo do Exército) e William Pérez (primeiro cabo do Exército): seqüestrados em 3 de março de 1998 na cidade de El Villar, Caquetá.

- Juan Carlos Bermeo (tenente do Exército), Erasmo Romero (segundo sargento do Exército), Julio Buitrago (primeiro cabo da Polícia), John Jairo Durán (primeiro cabo da Polícia)e Armando Flórez (primeiro cabo do Exército): capturados em 3 de agosto de 1998 no município de Miraflores, departamento de Guaviare (sul).

- Raymundo Malagón: subtenente do Exército, capturado em 4 de agosto de 1998 na aldeia de La Uribe, departamento de Meta (centro).

- Vianey Rodríguez: tenente da Polícia, seqüestrado em 1 de novembro de 1998 na localidade de Mitú, departamento de Vaupés (sul).

- Armando Castellanos: intendente da polícia, seqüestrado em 16 de novembro de 1999 no município de la Arada, departamento de Tolima (centro).

Comentários dos leitores
Ricardo Perrone (41) 12/11/2009 11h26
Ricardo Perrone (41) 12/11/2009 11h26
O Governo colombiano não deveria exercer esse tipo de artifício para capturar assassinos, bandidos ou guerrilheiros. Pagar recompensa é um estímulo a práticas detestáveis do caráter humano, como: ganância, traição e mentira. O governo deveria pegar o valor de tal recompensa e empregar nas atividades investigativas da polícia ou mesmo em sua modernização. O Estado deve ter por meta estimular o bom comportamento na sociedade, banindo práticas detestáveis mesmo que sejam por uma boa causa. sem opinião
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O Pacificador (114) 12/11/2009 11h03
O Pacificador (114) 12/11/2009 11h03
"Governo colombiano oferece US$ 1 milhão pelos assassinos de soldados do país..."
Nem precisava tanta grana.
Quem pode entregar os "cabeças" das Farc, é só gente interna mesmo.
Por dinheiro, que a verdadeira ideologia deles, esses "guerilheiros", fazem qualquer coisa.
Como já mostraram antes que são capazes, cortando até as maos de um líder da guerilha, para comprovar sua eliminação.
Uma fração do oferecido, teria sido mais do que sufiente...
sem opinião
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AGUINALDO VENANCIO (2096) 12/11/2009 08h06
AGUINALDO VENANCIO (2096) 12/11/2009 08h06
BOA URIBE! sem opinião
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