31/05/2002
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08h01
A Igreja Católica australiana está no centro de um escândalo, após uma investigação realizada por uma equipe de TV sobre abusos sexuais contra meninos, que o arcebispo de Sydney teria tentado esconder.
A polêmica veio à tona ontem, após uma entrevista coletiva oferecida pelo arcebispo George Pell para tentar desmentir as acusações da reportagem do programa "60 minutes" da rede de TV Canal Nove.
O jornalista Richard Carleton afirmou que dispunha de provas de que o arcebispo Pell tentou oferecer dinheiro às vítimas de abusos sexuais cometidos por sacerdotes.
Pell, que em 1993 era bispo auxiliar da diocese de Melbourne, época em que ocorreram os fatos, afirmou à imprensa que as acusações são "não só infundadas como inverossímeis".
O escândalo começou quando o jornal "Sydney's Daily Telegraph" informou hoje sobre outro caso de abusos sexuais contra crianças cometidos por um padre em três Estados australianos diferentes, num período de 20 anos. Isso também teria sido ocultado pela igreja.
As mais altas autoridades do Estado australinao também estão envolvidas nesse tipo de escândalo, onde o governador-geral, Peter Hollingworth, representante da rainha da Inglaterra, também é acusado de ter ocultado casos de pedofilia quando era arcebispo anglicano de Brisbane.
Hollingworth apresentou os pedidos de desculpa por não ter sabido dar uma resposta adequada aos fatos, mas se recusou renunciar ao cargo, apesar das pressões.
Leia mais no especial João Paulo 2º
Igreja australiana enfrenta escândalo de pedofilia
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da France Presse, em SydneyA Igreja Católica australiana está no centro de um escândalo, após uma investigação realizada por uma equipe de TV sobre abusos sexuais contra meninos, que o arcebispo de Sydney teria tentado esconder.
A polêmica veio à tona ontem, após uma entrevista coletiva oferecida pelo arcebispo George Pell para tentar desmentir as acusações da reportagem do programa "60 minutes" da rede de TV Canal Nove.
O jornalista Richard Carleton afirmou que dispunha de provas de que o arcebispo Pell tentou oferecer dinheiro às vítimas de abusos sexuais cometidos por sacerdotes.
Pell, que em 1993 era bispo auxiliar da diocese de Melbourne, época em que ocorreram os fatos, afirmou à imprensa que as acusações são "não só infundadas como inverossímeis".O escândalo começou quando o jornal "Sydney's Daily Telegraph" informou hoje sobre outro caso de abusos sexuais contra crianças cometidos por um padre em três Estados australianos diferentes, num período de 20 anos. Isso também teria sido ocultado pela igreja.
As mais altas autoridades do Estado australinao também estão envolvidas nesse tipo de escândalo, onde o governador-geral, Peter Hollingworth, representante da rainha da Inglaterra, também é acusado de ter ocultado casos de pedofilia quando era arcebispo anglicano de Brisbane.
Hollingworth apresentou os pedidos de desculpa por não ter sabido dar uma resposta adequada aos fatos, mas se recusou renunciar ao cargo, apesar das pressões.
Leia mais no especial João Paulo 2º

