Obama fará discurso de nomeação em estádio para 76 mil pessoas
colaboração para a Folha Online
O provável candidato democrata à Presidência dos EUA, Barack Obama, irá aceitar oficialmente a nomeação democrata em um estádio de esportes com capacidade para receber 76 mil pessoas.
Oficiais do Partido Democrata afirmaram que a decisão de mudar o local do discurso da Convenção Nacional --que ocorrerá entre 25 e 28 de agosto-- foi uma extensão natural dos esforços do senador em abrir o processo político.
O palco para a convenção será o Invesco Field, em Mile High (Denver), estádio do Denver Broncos, equipe de futebol americano.
Obama não será o primeiro candidato a aceitar a nomeação do partido em um estádio. Em 15 de julho de 1960, John F. Kennedy realizou seu discurso de aceitação da candidatura democrata diante dezenas de milhares de pessoas no Los Angeles Coliseum.
Em uma conferência com repórteres, o Presidente do Comitê Nacional Democrata, Howard Dean, afirmou estar contente com a mudança de local e acrescentou que as questões de logística e custos serão resolvidas nas próximas semanas.
Em entrevista para repórteres em St. Louis, Obama disse estar animado com a mudança.
"Às vezes nossas convenções não parecem estar abertas a todos. Poder fazê-la no Invesco Field é uma oportunidade para 80 mil pessoas que talvez não pudessem participar".
Em outra tentativa de atrair um grande público para discursos, os colaboradores de Obama tentam disponibilizar o Portão de Brandemburgo, em Berlim, para que o senador fale aos alemães durante sua viagem de julho para Europa e Oriente Médio.
O Portão foi o local de um dos mais famosos discursos do ex-presidente norte-americano Ronald Reagan (1981-1989).
Em uma viagem em julho de 1987, Reagan (republicano) se colocou a frente de uma multidão de Berlim Ocidental e pediu que o então presidente soviético Mikhail Gorbachev (1985-1991) derrubasse o Muro de Berlim, que dividia a cidade.
Com Associated Press
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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