Mundo
07/07/2008 - 20h12

Obama fará discurso de nomeação em estádio para 76 mil pessoas

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colaboração para a Folha Online

O provável candidato democrata à Presidência dos EUA, Barack Obama, irá aceitar oficialmente a nomeação democrata em um estádio de esportes com capacidade para receber 76 mil pessoas.

Oficiais do Partido Democrata afirmaram que a decisão de mudar o local do discurso da Convenção Nacional --que ocorrerá entre 25 e 28 de agosto-- foi uma extensão natural dos esforços do senador em abrir o processo político.

O palco para a convenção será o Invesco Field, em Mile High (Denver), estádio do Denver Broncos, equipe de futebol americano.

Obama não será o primeiro candidato a aceitar a nomeação do partido em um estádio. Em 15 de julho de 1960, John F. Kennedy realizou seu discurso de aceitação da candidatura democrata diante dezenas de milhares de pessoas no Los Angeles Coliseum.

Em uma conferência com repórteres, o Presidente do Comitê Nacional Democrata, Howard Dean, afirmou estar contente com a mudança de local e acrescentou que as questões de logística e custos serão resolvidas nas próximas semanas.

Em entrevista para repórteres em St. Louis, Obama disse estar animado com a mudança.

"Às vezes nossas convenções não parecem estar abertas a todos. Poder fazê-la no Invesco Field é uma oportunidade para 80 mil pessoas que talvez não pudessem participar".

Em outra tentativa de atrair um grande público para discursos, os colaboradores de Obama tentam disponibilizar o Portão de Brandemburgo, em Berlim, para que o senador fale aos alemães durante sua viagem de julho para Europa e Oriente Médio.

O Portão foi o local de um dos mais famosos discursos do ex-presidente norte-americano Ronald Reagan (1981-1989).

Em uma viagem em julho de 1987, Reagan (republicano) se colocou a frente de uma multidão de Berlim Ocidental e pediu que o então presidente soviético Mikhail Gorbachev (1985-1991) derrubasse o Muro de Berlim, que dividia a cidade.

Com Associated Press

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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