Mundo
08/07/2008 - 08h47

Entidade hispânica prevê "verão dos latinos" na campanha dos EUA

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da Ansa, em Washington

O crescente peso eleitoral dos hispânicos, que representam cerca de 9% dos eleitores e são considerados por muitos analistas vitais para decidir as eleições presidenciais norte-americanas, transformará os próximos meses no "verão dos latinos", segundo a dirigente de uma das principais organizações hispânicas.

"Estamos em um momento decisivo, tanto para os latinos como para a liderança do país", disse Rosa Rosales, presidente da poderosa League of United Latin American Citizens (Lulac).

A Lulac abriu nesta segunda-feira, em Washington, a sua 79ª convenção anual e, como reflexo do interesse pelo voto hispânico, o provável candidato republicano John McCain e o democrata Barack Obama irão discursar nesta terça-feira no evento.

Na semana passada, Obama e McCain conversaram com delegados da reunião anual celebrada pela também influente associação de funcionários hispânicos (NALEO, na sigla em inglês), ocorrida na capital dos Estados Unidos.

"Este é o verão dos latinos, nosso voto irá dar forma às eleições presidenciais", acrescentou Rosales.

A presidente da Lulac adiantou que a sua organização pedirá aos presidenciáveis que se comprometam a "reverter a baixa representação" dos hispânicos no governo Federal.

Estatísticas citadas pela organização indicam que apenas 7,4% dos funcionários federais são latinos, enquanto que essa minoria --a maior do país-- representa 15% da população norte-americana.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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