Obama vai a Berlim falar de relação com Europa, diz jornal alemão
da Efe, em Berlim
O provável candidato democrata à Presidência americana, Barack Obama, visitará Berlim onde, segundo informações da versão on-line da revista alemã "Der Spiegel", deve fazer um discurso sobre a relação entre Estados Unidos e Europa.
Segundo o site, a visita deve acontecer em 24 de julho, embora ainda não se tenha definido o lugar onde o senador democrata falará ao público.
Já segundo fontes governamentais alemãs, Obama deve se reunir com a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e com o ministro de Assuntos Exteriores Frank-Walter Steinmeier, pois "ambos querem conhecer" o americano.
As mesmas fontes ressaltaram, no entanto, que receberiam igualmente o provável candidato republicano, John McCain, e deixaram claro que este tipo de visita, relativamente freqüente na Alemanha, não tem caráter oficial.
O que aparentemente não agrada muito ao governo alemão é a proposta dos assessores de Obama de que o discurso aconteça no Portão de Brandeburgo, ponto emblemático que foi várias vezes palco de discursos presidenciais, mas nunca de um candidato. O discurso seria principalmente, segundo a mesma fonte, sobre a relação entre EUA e Europa.
O senador aproveitaria seu discurso para anunciar uma política externa mais cooperativa entre os países, caso seja eleito na votação de 4 de novembro.
McCain visitou a Europa logo após conquistar a nomeação republicana, mas não incluiu a Alemanha na sua agenda de viagem.
Segundo informações da equipe de campanha de Obama, o cronograma da viagem inclui ainda visitas a França, Reino Unido, Jordânia e Israel.
A viagem, segundo comunicado, "será uma grande oportunidade para manter uma troca de pontos de vista com os líderes desses países" sobre assuntos "vitais para a segurança nacional dos EUA e da segurança mundial".
A presença de Obama em Israel é considerada especialmente significativa já que o senador por Illinois tenta ganhar confiança da comunidade judaica nos EUA, que em alguns casos se mostra preocupada por sua disposição a falar com regimes considerados inimigos.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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