Mundo
10/07/2008 - 11h08

Primeira-dama e ex-modelo Carla Bruni se naturaliza francesa

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da Ansa, em Paris
da Efe, em Paris

A ex-modelo italiana Carla Bruni, 40, mulher do presidente da França, Nicolas Sarkozy, anunciou ter se naturalizado francesa em uma entrevista concedida à rádio France Inter.

"Não sou mais italiana já faz algum tempo. Eu me naturalizei francesa e espero meu passaporte", disse Bruni.

Em entrevista anterior, publicada em 21 de junho pelo jornal "Liberation", a primeira-dama da França já havia declarado não ser mais italiana "há três meses", mas não ser ainda naturalizada francesa porque "os procedimentos são demorados para todos".

"Gosto muito de meu trabalho como cantora, é o sentido da minha vida. Mas devo também desempenhar o papel de primeira-dama da França", declarou ela.

Recentemente, Bruni declarou à revista "VSD" que "infelizmente não está grávida" de Sarkozy, mas que "adoraria estar", em uma entrevista durante a qual ainda afirmou ser "de esquerda" e disse estar acostumada às mudanças em sua vida.

"Eu mesma me pergunto se minha barriga cresceu, porque todo mundo faz essa pergunta", disse a cantora, em entrevista dada como parte da promoção de seu terceiro álbum, "Comme se de rien n'était" (Como se nada), que sairá à venda na sexta-feira (11).

Ela diz que é "difícil responder" se ela e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, terão um filho, já que é "mais complicado ficar grávida aos 40 anos do que aos 25".

A cantora e ex-modelo, que já tem um filho, do filósofo Raphaël Enthoven, de quem se separou em 2005, afirma ainda que tem uma "grande capacidade de adaptação".

"Mudei de vida muitas vezes" diz a ex-modelo, nascida em Turim em 1967.

A ex-modelo ressaltou que, como primeira-dama, tem a oportunidade de ajudar os outros, e se compromete a dedicar mais tempo a isso e não pensar só a ela mesma, ao filho e à arte.

"Não quero perder estes anos", disse ela. A cantora disse também que seu terceiro disco, projeto no qual tinha se envolvido antes do casamento com Sarkozy, lhe tomou muito tempo.

A partir de agora, ela diz que pretende "atuar contra a pobreza, contra a ignorância e a exclusão", e "ajudar as crianças e as mulheres".

 

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